04 outubro 2010

100 milhões dedutíveis

George Soros é um bilionário ocidental, empresário astuto e implacável. Figuras "grandes" como ele não dão grandes somas de dinheiro, neste caso 100 milhões de dólares, a Human Rights Watch (HRW) para simples bondade.

Em muitos ambientes, George Soros é considerado um terrorista financeiro, cujas vítimas mais recentes são os Pigs: Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha.


Neste sombrio mundo da finança do século XXI, George Soros e outros como ele são capazes de levar estes Países à beira do colapso. Aos cidadãos nada mais para fazer a não ser olhar para os seus empregos, pensões e assistência médica desaparecem nas contas "offshore" de Soros e dos seus comerciantes de dinheiro. 

Nisto, naturalmente, há pouco de novo, pois Soros desestabilizou e mudou regimes durante décadas; começou com os seus ataques contra o governo da Malásia, que tinha, entre outras coisas, a ousadia de criticar Israel.

Muito mais sinistro do terror financeiro atirado para o mundo é a devastação política accionada por Soros sob o disfarce de "eleições democráticas". Seja B, R ou S, (Buy, Rig ou Steal comprar, equipar e roubar) George Soros fez tudo. Com nomes em código como Orange Revolution (Revolução Laranja), Rose Revolution (Revolução Rosa) e simplesmente Unnoticed Revolutions (Revoluções Despercebidas), uma longa série de golpes de Estado foi concluída com o apoio financeiro de George Soros, muitas vezes em estreita colaboração com a CIA.

Alguns dos seus alvos preferidos foram os Estados da antiga União Soviética, mas os crimes eleitorais não param por aí.

Um Estado soberano como a Noruega, embora tenha tropas deslocadas no Afeganistão, não tem tanto sangue nas mãos quanto George Soros.

Então, por que HRW aceita 100 milhões de dinheiro sujo, lucro de Soros? Bem, em verdade a HRW não é a única associação de direitos humanos ou de organização não-governamental que faça isso. George Soros espalha o próprio espólio ao redor do mundo há décadas, compra boa vontade e ao mesmo tempo, silencia as críticas inevitáveis, ou minimiza o impacto quando isso não é possível.
 
Basta olhar para o passado de George Soros e o seu envolvimento em inúmeros crimes e transgressões, para perceber como um manto de silêncio sempre foi administrado pela HRW na divulgação dos fatos.

Alguém pode encontrar um exemplo de sérias críticas publicadas por Human Rights Watch sobre o trabalho sujo dele? Ou da Amnistia Internacional?

Para uma pessoa como George Soros, cuja riqueza o coloca bem acima da maioria dos Países do mundo, 100 milhões tax deductible (dedutíveis) são um preço barato, com o qual ele paga uma paz muito eficaz nas relações públicas. Com a conivência dos media corporativos do Ocidente, é dinheiro em troca do silêncio muito bem gasto.


Fonte: CounterCurrents
Tradução: Informação Incorrecta 

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