25 novembro 2010

Medicos que matam



Vernon Coleman é um médico autor de 114 livros que já venderam mais de 2 milhões de cópias no Reino Unido, foram traduzidos em 25 idiomas e vendidos em mais de 50 Países. Os seus livros incluem Bodypower (votado como um dos 100 livros mais populares entre os leitores britânicos) e How To Stop Your Doctor Killing You.

A seguir alguns trechos do segundo, cujo título traduzido é Como Impedir o seu Médico de o Matar.
O artigo é um pouco fraco: não há fontes nem bibliografia.
Espero que o livro original seja mais completo.




Luzes e sombras da medicina tradicional
Em 1535 Jacques Cartier deixou a costa da França para explorar a Terra Nova com uma tripulação de 110 homens. Em seis semanas, 100 homens adoeceram com escorbuto.
Um nativo disse-lhes de beber o sumo dos frutos duma árvore que crescia na zona e os homens ficaram curados dentro de poucos dias.
Desde esse acontecimentos, os capitães dos navios ordenaram às tripulações para consumir sumos de laranjas e limões, para prevenir a doença.
Foi preciso muito tempo antes que o mundo médico aceitasse esta simples solução, mas finalmente sucumbiu e em 1795 o suco de limão tornou-se obrigatório na dieta dos marinheiros.
Uma das razões pelas quais muitas infecções nos hospitais é que muitos enfermeiros gostam mais dos antibióticos do que lavar as mãos. Quando, em 1843, Oliver W. Holmes sugeriu aos médicos para trocar de roupa e lavar as mãos depois de visitar os pacientes com febre puerperal, o seu pedido foi ignorado.
Até o advento da anestesia tem sido negligenciado, quando não abertamente obstaculizado e foi oficialmente admitida somente quando a rainha Vitória deu à luz o príncipe Leopoldo sob o efeito do clorofórmio. Até 1880, era comum operar as crianças mais pequenas sem anestesia, porque pensava-se que eles fossem incapazes de sentir dor.
A partir dos dados relatados por vários jornais e livros, parece que hoje os médicos causam mais doenças e mortes do que o câncer ou as doenças cardíacas. Uma pessoa em cada seis está no hospital por causa do médico.
As reacções negativas às fármacos são a quinta principal causa de morte nos Estados Unidos porque os médicos não compreendem os perigos associados aos medicamentos.
40% das pessoas que tomam medicamentos, sofre efeitos colaterais pesados, aliás ninguém pode determinar com antecedência quais os efeitos na saúde dum medicamento lançado no mercado. Muitas mais pessoas são mortas por medicamentos prescritos do que para o uso de drogas ilegais.
Só na Austrália a cada ano são hospitalizadas cerca de meio milhão de pessoas, porque alguns médicos as tornaram doentes e 18 mil delas morrem a cada ano devido aos erros médicos, à toxicidade da droga, aos erros cirúrgicos e assim por diante, enquanto que nos EUA a mortalidade devido aos médicos é de cerca 200.000 pessoas. E os números não são mais animadores na Europa, onde os médicos e a medicina parecem matar mais pessoas do que todos os canceres.
Na verdade, os médicos são uma das principais causas de doença e morte, muito mais do que todas os outros problemas combinadas, incluindo câncer e doenças cardíacas.
 
Doutro lado, como afirma o British Medical Journal, 6 em cada 7 tratamentos não são suportados por evidências científicas.
O problema na base é que a maioria das pesquisas médicas são organizadas, pagas, encomendadas e patrocinadas pela indústria farmacêutica, que é feita para produzir boas críticas e não para prejudicar a si mesma. Parece que muitos dos cientistas envolvidos estão dispostos a modificar os resultados de próprias experiências se estas não produzirem os resultados desejados. Estima-se que pelo menos 12% da pesquisa científica sejam falsas.
Nem os exames e as análises para o diagnóstico médico parecem ser de grande confiança: não conseguem prever o curso da doença em 50% dos casos.
Os patologistas têm realizado centenas de autópsias e descobriram que mais de metade das pessoas tinha morridos por uma causa que não era a diagnosticada; na prática tinham recebido tratamentos médicos errados. E se a esperança média de vida tem aumentado (mas certamente não o bem-estar da pessoa), não é por causa dos médicos e dos remédios, mas do saneamento, da água canalizada, do aquecimento central, do menor trabalho, da redução da mortalidade infantil, da falta de guerras. Há mais doentes hoje do que houve em toda a história humana.
Em resumo, podemos deduzir que, após os 65 anos de idade, o cidadão é um fardo para o Estado que tenta substituí-lo com quem produz.
  
O número de pessoas que morrem por causa dos médicos é 4 vezes maior do número de pessoas que morrem em acidentes rodoviários. Basicamente, o médico tem mais probabilidade de matar-nos do nosso carro.
Na verdade, os médicos hoje  são apenas um canal comercial da indústria farmacêutica e da maioria dos medicamentos que receitam não são conhecido os efeitos, porque todos os medicamentos, sem excepção, são testados em animais. 
Em suma, os médicos matam mais pessoas do que curam e causam mais doença e problemas do que são capazes de aliviar: a razão reside no facto de que a profissão médica está em estreita aliança com a indústria farmacêutica.
 
Pelo menos 70% dos exames e testes exigidos pelo médico não é necessário. Uma pesquisa revelou que os exames do sangue e da urina ajudam o médico a fazer um diagnóstico em apenas 1% dos casos. Um estudo recente mostrou que em 93 crianças as quais tinha sido diagnosticada uma doença cardíaca, apenas 15% estavam realmente doentes.
Se o nosso desejo é de classificar a indústria do câncer com base no volume de negócios, esta é um das mais importantes do mundo; mas se for considerada a capacidade de derrotar a doença que visa combater, então seria uma das falhadas entre as indústrias do planeta .
Em 1970, uma em cada 6 pessoas podia ter câncer, e em 1980 o risco era duplicado, em 1990 chegou a cerca de 40%. Não só, agora a taxa de sobrevivência ao câncer é a mesma de 1950. Os tempos declarados de recuperação do câncer são cinco anos, se uma pessoa morres depois de 5 anos e um dia, o caso fica a ser considerado um sucesso. Parece que o fim dominante é o de manter o paciente vivo ao longo dos cinco anos.
Um estudo mostrou que pacientes que recusaram tratamentos convencionais de câncer, viveram em média mais três anos. Na realidade, a guerra contra o câncer tem sido um fracasso, como a luta contra a droga. E os médicos que se atrevem a recomendar terapias alternativas, naturais, são rotineiramente isolados, ridicularizados, desprezados.
 
Os resultados da pesquisa médica dependem de quem as finanças. Mas ninguém parece interessado em saber porque uma pessoa tem câncer, ou outra qualquer doença que reduza os lucros e as receitas. Ninguém vai fazer entender às pessoas que o nosso corpo é capaz de neutralizar, sem a ajuda de médicos e da medicina, 9 em cada 10 doenças.
 
O problema é que a quase totalidade dos médicos não aceita que existe uma ligação entre o estilo de vida e a doença, entre alimentos e câncer, embora a National Academy of Sciences afirma que 60% dos casos de câncer em mulheres e 40% em homens são ligados a factores nutricionais.
Também a British Medical Association estima que pelo menos um terço dos casos de câncer são atribuíveis aos alimentos, embora a ligação entre a proteína animal, gordura e câncer é agora irrefutável. Negam as evidencias da interligação entre estresse e sistema imunológico, negam simples equações.
 
Desde que foi introduzida a mamografia com raios-X, os médicos perceberam que isso poderia trazer mais casos de câncer de quanto pudesse detectar. Cada dose média de Raios-X é equivalente ao prejuízo de 6 cigarros.
Alguns estudos realizados nos EUA demonstraram que a incidência do câncer em determinadas áreas do País aumenta com o número de doutores nas mesmas áreas. A propensão para a radiografia por parte dos médicos poderia explicar este fenómeno.

Como Impedir o seu Médico de o Matar é vendido em Portugal pela Fnac ao preço de 10,50€
No Brasil pode ser encontrado na site da Livraria da Travessa e custa R$ 36,90. 


Fonte: luigiboschi.it 
Tradução e adaptação: Informação Incorrecta

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