28 janeiro 2011

Egipto: internet fechada



O Egipto fechou internet. Difícil utilizar os telemóveis, funciona apenas um dos gestores móvel e alguns provider com sistema dial-up.
Twitter:
Egyptian Christians said they will guard the Muslims from the police while they on Friday Pray  

Os Cristãos do Egipto dizem que irão proteger os Muçulmanos enquanto rezam as orações da Sexta-feira.
Durante a noite, o Ministério do Interior tinha avisado: novas medidas decisivas contra os manifestantes. Esta a resposta do Governo contra a concentração programada às 13:00 hora de Lisboa.

Entretanto choques na Turquia, na capital Ankara: cargas da polícia contra os estudantes que manifestavam. Também aqui o alvo é o Governo, desta vez conservador e islâmico.

Tudo isso, lembramos mais uma vez, enquanto a situação é tensa também em outros Países: Tunísia, Argélia, Albânia, Yemen. Todos Países muçulmanos.

Que acontece?
Várias coisas.



Em primeiro lugar internet.

O "efeito domino" destes dias parece ter como actor principal a Web. As notícias voam, passam de imediato dum lugar para outro, a única barreira possível é o bloqueio das ligações, como acontece agora no Egipto. Mas é um bloqueio tardio, que actua quando já não há muito para ser bloqueado.

A medida do Governo egípcio equivale a trancar a porta do estábulo depois das vacas já terem fugido. Com uma diferencia: neste caso as vacas eram as ideias e não fugiram, mas entraram.  

A seguir.

O lema das democracias ocidentais até hoje tinha sido: Melhor um ditador do que o caos. Ou pior ainda: um inimigo democrático. Este pensamento não escrito geriu os relacionamento com os vários regimes post-coloniais na África e no Médio Oriente ao longo das últimas décadas.

Contra o terrorismo, alegado ou real, contra a proliferação das armas de destruição maciça, alegadas ou reais, não importa a qualidade do regime, mas os resultados.

Mas agora o status quo pifou.

Mesmo que os militares do Cairo possam tomar o poder, por exemplo, atrás não se pode voltar: 80 milhões de habitantes, um terço dos quais analfabetas, querem mudar.
A Tunísia está em plena fase de transição. Um silêncio preocupante na Argélia. Tensão no Yemen, um Estado falido onde os Estados Unidos vêem a sombra de Al-Qaeda.

Uma dúvida, como sempre: porquê agora? Porque tudo ao mesmo tempo? É suficiente internet para explicar o fenómeno? Internet não foi implementada ontem.

Por enquanto, não há respostas.


Ipse dixit.


Fonte: Informazione Scorretta

2 comentários:

  1. Há, sim, resposta.
    A resposta se encontra em pelo menos uns 500 livros que são proibidos. Bem simples a resposta. As nuvens, porém, esbaçam a visão de muitos. Não os citarei para não criar polêmica.Mas, para o bom entendedor, uma ou outra dica é o suficiente. Um livro bom é A Conjuração Anticristã, de Delassus. Ainda não cheguei aonde queria chegar. Sabem como é. Internet tem filtro. Mas podem investigar sobre uma certa raça milenar, cujo Ouro se encontra com eles (totalmente). O futuro do mundo é isso mesmo. Desestruturar tudo para ser reestruturado com a escravidão humana (as outras raças). A Europa será totalmente devastada quando chegar o momento. Tomara que ainda não tenha chegado a hora. Mas não apenas a Europa. O mundo inteiro agonizará. Tudo o que digo é baseado apenas em História Mundial. Não gosto muito de me basear em Escatologia, pois como São Tomé, só acredito no que posso tocar. Investiguem a História Secreta do mundo. Dá um pouco de trabalho mas é a verdadeira busca da verdade.
    Grande abraço.

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  2. Olá Mescar!

    Encontrei o livro de Delasuss. Estou a ler com atenção, pois o assunto parece interessante.

    Em sinceridade: mas do que em raças milenárias, estou mais atento às raças contemporâneas e bem activas. Mas, tal como disse: ainda estou a ler, por isso, afinal, podemos falar da mesma coisa...

    Obrigado pela dica!

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