É sempre um prazer constatar que também em Israel há alguém que luta contra o regime. É este o caso de Nitzan Horowitz, deputado esquerdista e do Knesset (Parlamento) israelita.
Horowitz, um membro do Meretz, destaca as novas propostas da Comissão de Inquérito do Knesset sobre as organizações dos direitos humanitárias.
De acordo com Horowitz, a comissão está a considerar as seguintes medidas:
A imagem é clara: Israel vai contra si mesmo.
Alvos das medidas são agora os cidadãos que não apreciam o "sistema".
Mas a História ensina que este é um jogo perigoso, que pode por as bases para futuras mudanças. E não no sentido escolhido pelo governo.
Fonte: Gilad Atzmon
Horowitz, um membro do Meretz, destaca as novas propostas da Comissão de Inquérito do Knesset sobre as organizações dos direitos humanitárias.
De acordo com Horowitz, a comissão está a considerar as seguintes medidas:
- Novas sanções e medidas restritivas para a entrada em Israel para qualquer pessoa considerada de Esquerda. Este procedimento também pode ser aplicado sem um processo regular.
- Pôr um fim ao status de cidadãos estrangeiros, incluindo familiares casados com israelitas.
- Reduzir drasticamente os direitos dos presos, com novas iniciativas sobre as condições mínimas de detenção, reforçando o poder executivo, as condenações e assim por diante.
- Despejar os membros da Knesset de direitos.
- Investir de poder jurídico os procedimentos administrativos, por exemplo, a criação de um tribunal administrativo para cidadãos estrangeiros.
- Dificultar a entrada das comunidades árabes.
- Retirar a isenção de impostos sobre doações a organizações de direitos humanitários.
- O cancelamento dos contratos com entidades públicas associadas com organizações de direito humanitário.
- Revogar as tarefas já atribuídas aos voluntários do serviço civil que pretendam trabalhar em favor dos grupos de direitos humanitários.
- Restringir o acesso a sites que pertencem a organizações humanitárias e instituições de direitos públicos.
- Impedir a entrada de representantes das organizações humanitárias nas instituições de ensino.
A imagem é clara: Israel vai contra si mesmo.
Alvos das medidas são agora os cidadãos que não apreciam o "sistema".
Mas a História ensina que este é um jogo perigoso, que pode por as bases para futuras mudanças. E não no sentido escolhido pelo governo.
Fonte: Gilad Atzmon

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