08 abril 2011

Leite energético

Lembram das hipóteses dos terramotos e do papel do Haarp?
Ontem novo sismo no Japão, 7 e picos graus de intensidade. Nada mau.

E agora? Ainda desejamos ver os gráficos do Haarp para procurar uma alegada correlação entre actividades antes e o terramoto depois?
Não, não vamos fazer isso.

Não porque falte o interesse, mas porque os gráficos já não são disponibilizados via internet.
Tudo bem até o dia 3 de Abril, depois nada, rien, blackout, apagão.

Curioso.

Eu ainda não estou convencido acerca do real papel do Haarp. Mas admito: este "fora de serviço" é esquisito.
Também é esquisito porque o mesmo utente YouTube que tinha previsto o terramoto passado, tudo graças aos gráficos, também até o dia 2 de Abril tinha observado um aumento da actividade Haarp.






Uma nova coincidência?
Tudo pode ser. Certo, as coincidências começam a ser muitas.

Quanto a mim, sobra a dúvida: o que conseguem "ver" realmente as antenas Haarp? Uma actividade interna ou externa?

E a radioactividade?
Apesar do esforço para convencer que Fukushima é um problema do Japão e apenas do Japão, alguns dados parece apontar numa outra direcção.

O Departamento de Engenharia Nuclear da Universidade de Berkeley, Califórnia, encontrou vestígios de Iodo 131, Césio 134 e 137 no leite biológico com prazo 16 de Abril.
Estes os valores:

Cs134 0.10 Bq/L
Cs137 0.22 Bq/L
I131 0.22 Bq/L

Importante: são quantitativos mínimos, muito muito pequenos.
Mas estão ali, onde não deveriam estar: no leite biológico.

O Instituto Norueguês de Pesquisas Atmosféricas divulgou as previsões acerca da difusão da nuvem radioactiva que tem como origem Fukushima.

(Click para aumentar!)

Nada de preocupante.
Mas é como a radioactividade no leite: está ai, e não deveria estar.


Fontes: University Of California, Department of Atmospheric and Climate Research, The Norwegian Institute for Air Research, Crises

2 comentários:

  1. A 2 ou 3 dias também houve um terramoto de 6.4 no México...

    saudações

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  2. Olá Carlos!

    Pena, por ai há só uma central nuclear.
    Um pouco mais em cima e a coisa teria ficado muito mais interessante...

    Abraço!

    ResponderEliminar

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