06 junho 2011

Pontos de vista

A seguir duas entrevistas bem simpáticas.

A primeira é do Bispo católico Richard Williamson o qual diz o que pensa acerca das câmaras de gás supostamente utilizadas pelos nazistas com a intenção de reduzir de forma drástica o número de judeus no planeta.

A segunda consta dum artigo do Jerusalem Post, no qual o rabino Mordechai Eliyahu fornece dicas úteis para a resolução definitiva do conflito entre Israel e Palestina.

Cabe ao leitor avaliar as palavras e exprimir um juízo.



O Bispo e as câmaras de gás

Entrevistador: Bispo Williamson, estas são suas palavras "Não houve nem um judeu morto nas câmaras de gás! São todas as mentiras, mentiras, mentiras." Estas são suas palavras?

Williamson: Está a citar uma frase que eu disse no Canadá. Acho que sim. Muitos anos atrás. Acredito que as evidências históricas contra o argumento de seis milhões de judeus deliberadamente mortos em câmaras de gás, como resultado duma política específica por parte de Hitler, seja enorme.

Mas você diz que não foi morto nem um judeu.

Não nas câmaras de gás.

Então, não houve câmaras de gás?

Sim, eu acredito que não houve câmaras de gás. Eu penso, pelo que estudei pois não sou levado pelas emoções, pelas provas que tenho analisado, creio, por exemplo, que aqueles que lutam contra o que hoje é amplamente considerado, entre aspas, um "holocausto", os revisionistas, como são chamados, o mais sérios entre eles concluíram que morreram em campos nazistas entre 200 e 300.000 judeus, mas nenhum deles em câmaras de gás.


Já ouviu falar do Relatório Leuchter? Fred Leuchter era um perito em câmaras de gás. Ele desenhou três câmaras de gás para três Estados, três Estados entre os 50 dos Estados Unidos, que admitiram a pena de morte.
Então, ele conhecia a matéria. E estudou, durante os anos 80, os restos das alegadas câmaras de gás alemãs, como Birkenau e Auschwitz.

A sua conclusão, conclusão de especialistas, foi que é impossível que estas estruturas pudessem ser usadas para o gaseamento dum grande número de pessoas.
Porque o gás cianeto é muito perigoso. Suponha que você quer gasear 300 pessoas que lotaram uma sala ... É muito perigoso ir lá depois e retirar os cadáveres. Porque o gás infiltrou-se na roupa e vai mata-lo.
É extremamente perigoso. Depois de ter pessoas gaseadas, é preciso retirar o gás. Para retirar o gás precisa de uma chaminé alta. Se a chaminé for baixa, o gás cai no chão e mata todos aqueles que caminham.
É precisa uma chaminé alta.

Uma chaminé alta daria uma sobra, projectada por grande parte do dia, então os fotógrafos aliados que sobrevoaram  o terreno teriam observado a sombra.
Nunca houve tais sombras, não havia chaminés como essas. Então aqui é o testemunho de Fred Leuchter: "Não pode ter havido nenhuma câmara de gás".

Ele examinou as portas. As portas devem ser absolutamente herméticas. Caso contrário, mais uma vez, o gás sai e mata pessoas.
As portas das câmaras de gás de Auschwitz mostradas aos turistas não são absolutamente herméticas.
Absolutamente não.

O que está a dizer é que o Holocausto nunca aconteceu, não da maneira como os historiadores entendem hoje.

Eu fico com o que eu considero como uma evidência histórica, na opinião de quem observou e analisou as provas.
Acredito nas conclusões às quais chegou, se mudassem de ideias eu provavelmente mudaria também, porque julgaram com base nas evidências.
Eu acredito que morreram nos campos de concentração nazistas 200 ou 300 000 judeus, mas nenhum deles morreu através de gás.

Se isto não é anti-semitismo, então o que é ?

Se o anti-semitismo é um mal, é contra a verdade. Se algo é verdadeiro, não é ruim. Eu não estou interessado na palavra anti-semitismo. A palavra é muito perigosa.

O Bispo .........define o senhor como um anti-semita.

Williamson: O bispo pode chamar-me como quer. Pode dizer que sou um dinossauro, pode chamar-me de idiota. Não é uma questão de definição. É uma questão de verdade histórica.
A verdade histórica deve acompanhar as provas e não emoções. Havia definitivamente uma grande exploração. A Alemanha tem pago bilhões de Marcos, e agora de Euro, porque os Alemães têm o complexo de culpa do gaseamento de seis milhões de judeus.

Mas não acho que seis milhões de judeus foram gaseados. Mas cuidado, o que estou a dizendo é contra a lei da Alemanha. Podiam fechar-me na prisão antes de eu deixar a Alemanha.
Espero que esta não seja esta a intenção ".


O rabino e força do Amor

Todos os civis que vivem em Gaza são colectivamente culpados pelos ataques Qassam contra Sderot" escreveu numa carta o ex-rabino-chefe sefardita Mordechai Eliyahu para o primeiro-ministro Ehud Olmert. Eliyahu decidiu que não há absolutamente qualquer proibição moral contra a matança indiscriminada de civis numa eventual ofensiva militar em Gaza que visasse interromper o lançamento de foguetes.  

A carta, publicada no Katama Olam (Mundo Pequeno), um semanário que será distribuído nas sinagogas de todo o País nesta sexta-feira, cita a história bíblica do massacre de Siquém (Gênesis 34) e os comentários de Maimônides (Leis dos Reis 9 , 14) acerca da história em questão, tais como textos de referência na sua decisão jurídica. 

"De acordo com a ética da guerra judaica", escreveu Eliyahu, "é a cidade que detém a responsabilidade colectiva do comportamento imoral dos seus indivíduos. Em Gaza, a população inteira é responsável porque não faz nada para impedir o lançamento de foguetes Qassam". 

O ex-rabino-chefe também disse que é proibido arriscar as vidas de judeus em Sderot ou as vidas de soldados israelitas, pelo medo de ferir ou matar não-combatentes palestinos que vivem em Gaza.  

Não foi possível entrevistar Eliyahu. Mas o seu filho, Shmuel Eliyahu, que é rabino-chefe de Safed, disse que o pai opôs-se a uma incursão de tropas terrestres na Faixa de Gaza, porque iria pôr em perigo os soldados.
 

Ao invés disso, ele defende o bombardeio de toda a área donde os foguetes Qassam são lançados, independentemente do preço das vidas palestinianas. "Se não pararem depois de ter matado 100, então temos de matar mil", disse Shmuel Eliyahu. "E se não pararem depois de ter matados 1.000, então devemos matar 10 mil. Se ainda não pararem, devemos matar 100.000, até um milhão. O que for necessário para impedi-lo". 

Na carta, Eliyahu cita os Salmos. 'Irei perseguir os meus inimigos e prende-los eu não irei parar até destruí-los". 
Eliyahu escreveu que "Esta é uma mensagem a todos os líderes do povo judeu a não ser compassivo com aqueles que atiram [foguetes] em civis nas próprias casas."


Fontes: Youtube, CMI Brasil, Haaretz (a página original do Jerusalem Post já não está disponível),

2 comentários:

  1. NunoSav6.6.11

    Acho que o post revela, indirectamente, o meio(holocausto, falso ou não) para atingir o fim (criação do estado de Israel).

    Presumo que a maior parte dos financiadores de Hitler na altura fossem judeus, banqueiros pelo menos. O que, a menos que esteja errado, revela algo de muito errado!

    História é escrita pelos vencedores e como vivemos num mundo desonesto, desigual e em colapso tendo a duvidar da versão oficial das histórias que serviram de base à nossa sociedade.

    Parabéns ao Bispo pela coragem.

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  2. Muito interessante o post, como o Bispo mencionou, o holocausto está mais baseado na emoção do que nos próprios fatos.

    Debater assuntos com forte apelo emocional, é um desastre, exemplo disso é discutir religiões, equipes de futebol, etc...

    "Mas cuidado, o que estou dizendo é contra a lei da Alemanha. Podiam fechar-me na prisão antes de eu deixar a Alemanha."

    Big Brother is watching you...

    Interessante notar que na Alemanha atual (Estado mais democrático que já existiu em solo alemão)(risos), existam leis que criminalizam uma opinião, se a moda pega.

    Em Israel (Única democracia no Oriente Médio)(risos), há pessoas que pregam o extermínio e o justificam como algo tão normal.

    Esse mesmo Rabino já declarou no ano passado que os gentios existem para servir os judeus, também com respaldo nas 'escrituras'.

    Por um lado questionar um evento histórico se torna antisemitismo, do outro, clamar por um genocídio de um povo, é direito concedido por D'us.

    Abraços!

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