26 de Janeiro de 2012

Os sionistas e o Holocausto

No imaginário colectivo, o povo de israel e o sionismo são perfeitamente sobreponíveis, identificando-se um com o outro; às vezes são utilizados quase como sinónimos, um erro particularmente grave.

De facto, o sionismo é um movimento nascido no interior da comunidade hebraica mas que não pode ser identificado com a totalidade do povo israelita. Com um exemplo banal (e nem muito pertinente), seria como afirmar que todos os cristãos são católicos.

Na verdade, no interior dos israelitas há quem veja no sionismo uma das principais causas dos próprios males.

O seguinte é um artigo do rabino Gedalya Liebermann, que ré-constrói alguns passos da história recente do sionismo para realçar o papel negativo (e até anti-israelita) deste. Porque, como muitas vezes afirmado neste blog, é preciso distinguir entre o povo israelita e a política neo-nazista (fruto também do sionismo imperial) do Estado de israel.


O papel do sionismo no Holocausto
Desde a sua criação, muitos rabinos advertiram acerca dos potenciais perigos do sionismo e abertamente declararam que todos os judeus fiéis a Deus devem ficar longe como costumamos fazer com o fogo.

Estas opiniões foram muito claras: a mensagem dele era de que o sionismo é um fenómeno chauvinista e racistas que não tem nada a ver com o judaísmo.

Declararam abertamente que o sionismo teria sido absolutamente contrário ao bem-estar dos judeus e gentios, e que os seus efeitos sobre a religião judaica teriam sido destruidores.

Além disso, teria também manchado a reputação dos judeus como um todo, criando ainda mais confusão na comunidade judaica e fora dela. O judaísmo é uma religião, o judaísmo não é raça ou nacionalidade. Esta foi e ainda é o aspecto consensual entre os rabinos.

Foi-nos dada por Deus à Terra Santa para e estudar e praticar a Torah e alcançar níveis de santidade de difícil acesso fora da Terra Santa. Abusámos do privilégio e fomos expulsos. Isto é o que todos os judeus dizem nas suas orações, em todos os feriados judaicos: Umipnay chatoenu golinu mayartsaynu ("Por causa dos nossos pecados fomos expulsos da nossa terra"
).

Deus fez-nos jurar de "não entrar na Terra Santa como uma entidade antes do tempo predestinado", de "não rebelar-se contra as nações", de ser cidadãos leais, de não fazer nada contra a vontade de qualquer nação ou contra a honra dela, de não procurar vingança, discórdia, reparação ou compensação, de "não deixar o exílio antes do tempo". Na verdade, devemos ser humildes e aceitar o exílio. Violar estes juramentos significaria "transformar a carne em presas, como veados e antílopes na floresta" e o atraso na redenção.
 
(Tratado do Talmud Ksubos p. 111).
Violar os juramentos não é apenas um pecado, mas uma heresia porque é contrária aos fundamentos da nossa fé. Somente com o arrependimento completo o Todo-Poderoso vai nos redimir do exílio, sem qualquer esforço ou intervenção humana. Isso acontecerá depois de Deus ter enviado os profetas Elias e Mashiach, que trará a todos os judeus o total arrependimento. Naquele tempo haverá paz universal. (parece perceber que hoje o estado de não-paz é causado pela falta do arrependimento total dos judeus).
Ser judeu é significa nascer de uma mãe judia ou converter-se a essa religião à condição de não levantar dúvidas sobre a Lei Judaica.

Infelizmente, existem muitos judeus que não têm a menor ideia sobre os deveres de um judeu. Muitos deles não têm culpa, porque, em muitos casos, não foram educados em hebraico. Mas há aqueles que, deliberadamente, distorcem os ensinamentos da nossa tradição para focar-se nas suas necessidades pessoais. E implícito que nem todos têm o direito ou a capacidade de tomar uma decisão sobre a lei ou a filosofia duma religião. Especialmente nas coisas em que essa pessoa não é qualificada.

Portanto, aqueles indivíduos que "decidiram" que o judaísmo é uma nacionalidade devem ser ignorados ou mesmo contestados.
Não é nenhum segredo que os fundadores do sionismo não estudaram a lei judaica e nunca manifestaram qualquer interesse na nossa tradição sagrada.
 
Eles desafiaram abertamente a autoridade rabínica, auto-nomeandos-se líderes da "nação" judaica. Na história judaica, acções como essa só têm causado desastres. Ser um judeu e desafiar abertamente a autoridade ou fazer "mudanças" ou "inovações" sem antes consultar aqueles que são oficialmente nomeados líderes espirituais, é como invocar um desastre. Não se pode simplesmente decidir de "modernizar" as antigas tradições ou regras. Aos líderes espirituais do judaísmo contemporâneo, mais conhecido como rabinos ortodoxos, foi dada a tarefa de julgar e interpretar os acontecimentos relevantes para a fé judaica. Esses rabinos receberam os seus direitos e as suas responsabilidades e formam um elo na cadeia ininterrupta da tradição judaica que data dos tempos de Moisés, quando recebeu a Torah de Deus Todo-Poderoso.
 
Foram estes verdadeiros rabinos que, no momento em que foi formado o movimento sionista, previram o aspecto pernicioso dele. Entre eles, um homem que tinha um relevante génio hebraico e um nível de santidade incontestável e que falou sobre a atitude dos judeus do sionismo.
 
O Grande Rabino Teitelbaum
 
Este indivíduo carismático, o rabino de Satmar, Grande Rabino Joel Teitelbaum, não fazer trocadilhos: foi directo ao coração da questão e definiu o sionismo qual "a obra de Satanás", "sacrilégio" e uma "blasfémia". Proibiu qualquer participação em qualquer coisa mesmo que remotamente associada ao sionismo e disse que o sionismo teria atraído a ira de Deus sobre o Seu povo.
 
Ele manteve essa postura firme com bravura desde o alvorecer do sionismo enquanto ainda estava na Hungria até a sua morte em New York, onde liderou uma congregação que reuniu centenas de milhares de adesões. O Grande Rabbi Teitelbaum, um descendente dos santos místicos e mestres hassídicos, viu as suas previsões tornar-se realidade, infelizmente. Perdemos mais de seis milhões de irmãos, irmãs, filhos e filhas de uma maneira horrível. Mais de seis milhões de santas pessoas que tiveram de receber o castigo devido à estupidez sionista. O Holocausto, dizia em lágrimas, era o resultado directo do sionismo, um castigo de Deus.

É de conhecimento comum que todos os sábios e os santos na Europa na época da ascensão de Hitler declararam que ele era um mensageiro da ira divina, enviado para castigar os judeus porque da dura apostasia do sionismo contra o credo da redenção messiânica final.
 
Mas não é tudo. Não era suficiente para os líderes sionistas ter despertado a ira de Deus: eles mostraram um desprezo enorme para os seus irmãos e irmãs judeus, participando activamente no extermínio deles. Também fizeram o esforço de jogar lenha na fogueira. Tiveram que incitar o Anjo da Morte, Adolf Hitler. Tomaram a liberdade de dizer ao mundo que eles representavam a Judiaria Mundial. Quem designou esses indivíduos líderes do povo judeu?
 
Não é nenhum segredo que os chamados "líderes" eram ignorantes no que diz respeito ao judaísmo. Mesmo ateus e racistas.
 
Estes foram os "estadistas" que organizaram o irresponsável boicote contra a Alemanha em 1933.
Isto aborreceu a Alemanha tanto quanto uma mosca que ataca um elefante, mas levou um desastre para os judeus da Europa. Numa altura em que a América e a Inglaterra estavam em paz com Hitler, os "estadistas" sionistas desistiram do único método plausível de receptividade política, e com o boicote enfureceram o líder alemão. Ele começou o genocídio, mas essas pessoas, se podem ser classificados como membros da raça humana, ficaram a ver.

Nenhuma vergonha

O Presidente Roosevelt convocou a conferência de Evian, em 06-15 de Julho de 1938, para discutir o problema dos refugiados judeus.
A delegação da Agência Judaica dirigida por Golda Meir ignorou uma oferta alemã para permitir que os judeus emigrassem para outros Países em troca de 250 Dólares cada um e os sionista não se empenharam para influenciar os Estados Unidos e os outros 32 Países que participaram da conferência, a fim de permitir que os judeus pudessem abandonar a Alemanha e a Áustria.

Em 1 de Fevereiro de 1940, Montor Henry, vice-presidente da United Jewish Appeal, recusou a intervir em favor dum navio cheio de refugiados judeus preso no rio Danúbio, afirmando que "a Palestina não pode ser inundado com velhos e indesejados".

É um facto histórico que, em 1941 e novamente em 1942, a Gestapo alemã ofereceu a todos os judeus europeus o trânsito para a Espanha se tivessem desistido de todos os bens na Alemanha e na França ocupada e caso tivessem sido respeitadas as seguintes condições:
  • nenhum dos refugiados teria que ir da Espanha à Palestina
  • todos os refugiados fossem transportados de Espanha para os EUA ou as colónias britânicas, para aí viver, com vistos de entrada adquiridos pelos judeus que vivem lá
  • 1.000 Dólares de resgate por cada família fornecidos pela Agência Judaica, a pagar no momento da chegada da família à fronteira espanhola.
Os líderes sionistas na Suíça e na Turquia receberam essa oferta com o claro entendimento de que a Palestina não era um destino para os refugiados, foi baseado num acordo feito entre a Gestapo e o Mufti [académicos islâmicos, ndt].

A resposta dos líderes sionistas foi negativa, com os seguintes comentários:
  • somente a Palestina seria considerada como um destino para os refugiados
  • os judeus da Europa tinham que ter acesso a uma grande quantidade de sofrimento e morte, maior de que as outras nações, para que os Aliados vitoriosos concordassem com um "Estado judeu" no final da guerra
  • nenhum resgate teria sido pago. 

Esta resposta à oferta da Gestapo foi feita com o pleno conhecimento de que a alternativa era nada mais do que a câmara de gás.
Esses líderes criminosos sionistas traíram a própria carne e o seu sangue. O sionismo nunca foi uma opção para a salvação dos judeus. Pelo contrário, foi o oposto, foi uma fórmula para usar seres humanos como garantia para as ilusões desesperadas de omnipotência de alguns. Uma traição indescritível!

Em 1944, na época das deportações da Hungria, uma oferta semelhante foi feita, permitindo assim salvar todos os judeus da Hungria. A hierarquia sionista novamente recusou a oferta, depois das câmaras de gás já terem matado milhões de pessoas.

O governo britânico concedeu vistos a 300 rabinos e as suas famílias para a Colónia de Mauritius, passando pela Turquia. Os líderes "Agência Judaica" sabotaram esse plano realçando que era injusto pela Palestina.

Em 17 de Dezembro de 1942, as duas câmaras do Parlamento Inglês declararam a vontade de encontrar um abrigo temporário para as pessoas em perigo.O Parlamento britânico propôs evacuar 500 mil judeus da Europa e estabelece-los nas colónias britânicas, como parte das negociações diplomáticas com a Alemanha. Em duas semanas esta moção recebeu um total de 277 assinaturas dos parlamentares. Em 27 de Janeiro, novas medidas foram tomadas por mais de 100 deputados, mas um porta-voz dos sionistas anunciou que os judeus se opunham porque a Palestina não tinha sido mencionada.
Em 16 de Fevereiro de 1943, a Roménia ofereceu 70 mil refugiados judeus à Transnístria (território da Moldávia de hoje), em troca dum montante de 50 Dólares cada. Isso foi publicado nos jornais, em New York. Yitzhak Greenbaum, Presidente da Comissão de Ajuda da Agência Judaica, disse dirigindo-se ao Conselho Executivo sionista em Tel Avi, em 18 de Fevereiro de 1943: "Quando eles me perguntaram se eu podia tirar dinheiro dos fundos da United Jewish Appeal para o resgate dos judeus na Europa, eu disse não! E novamente eu digo não! É preciso resistir perante esta onda que empurra as actividades sionistas para um segundo plano".

Em 24 de Fevereiro de 1943, Stephen Wise, presidente do Congresso Judaico Americano e líder dos sionistas americanos, emitiu uma recusa pública a esta oferta e declarou que nenhuma recolha de fundos parecia justificada.
Em 1944, o Comitê de Emergência para a Salvação do povo judeu recorreu ao governo dos EUA para estabelecer o Conselho de Refugiados de Guerra (o Conselho de Guerra para os Refugiados). Durante o curso das negociações, Chaim Weizman, o primeiro "estadista judeu", afirmou: "A parte mais valiosa da nação judaica já está na Palestina e os judeus que viviam fora da Palestina não são tão importantes".

Greenbaurn, digno companheiro de Weizman, amplificou esta: "Uma vaca na Palestina vale mais do que todos os judeus na Europa".
E assim, após o episódio mais amargo na história judaica, estes "estadistas" sionistas exortavam os refugiados nos campos de concentração a sofrer a fome e a privação e a recusar a reinstalação num lugar que não fosse a Palestina, somente com o propósito de construir o Estado deles.
Em 1947, o congressista William Straiton patrocinou um projecto de lei para a entrada imediata nos Estados Unidos de 400.000 pessoas deslocadas. A proposta não foi é aprovada depois de ter sido condenada publicamente pela liderança sionista.
Estes factos são lidos com consternação e vergonha insuportável. Como é possível explicar que num período durante a última fase da guerra, quando os nazistas estavam dispostos a trocar os judeus por dinheiro, em parte baseados no desejo de estabelecer contactos com as potências ocidentais que, acreditavam eles, estavam sob o influência judaica, como era então possível que os auto-proclamados "líderes judeus" não tivessem feito nada para salvar os últimos dos seus irmãos?
Em 23 de Fevereiro de 1956, ao Hon. JW Pickersgill, Ministro da Imigração, foi perguntado na Parlamento canadiano se ele tivesse aberto as portas do Canadá para os refugiados judeus. Ele disse: "O governo não deu passos nesse sentido porque o governo de Israel não querem".

Em 1972, a liderança sionista contrariou com sucesso a iniciativa do Congresso dos Estados Unidos para permitir a entrada de 20.000/30.000 refugiados de entrar nos EUA. As organizações de ajuda hebraicas foram convidadas a abandonar esses refugiados em Viena, Roma e em outras cidades europeias.

O caso é claro! A ajuda humanitária tem sido subvertida em nome dos interesses sionista.
Houve muito mais crimes chocantes cometidos por esses degenerados abjectos conhecidos como "estadistas judeus". Nós carregamos muitos mais exemplos, por enquanto será suficiente explicar a razão daqueles acima.

A responsabilidade dos sionistas no Holocausto é tripla:
  1. O Holocausto foi um castigo por não cumprir os Três Juramentos (ver Talmud, Tratado Kesubos p.111a)
  2. Os líderes sionistas abertamente negaram a assistência tanto financeira como de outra forma para salvar os seus irmãos e irmãs duma morte cruel.
  3. Os líderes do movimento sionista colaboraram com Hitler em muitas ocasiões e de muitas maneiras.

Fonte:  The Story Behind the Story
Tradução: Informação Incorrecta 

26 comentários:

Octopus disse...

Amigo Max,

Excelente artigo com muitas verdades desconhecidas ou encobertas.

Infelizmente o sionismo é um assunto tabu e já estou à espera que recebas muitos comentários a tratar-te de anti-semita, quando na realidade é perfeitamente legítimo ser-se anti-sionista.

Força e um abraço,

Octopus

Vitor disse...

Max

Tens a minha admiração pela grande coragem "tocar" neste assunto.


Vitor

Anónimo disse...

um cidadão que, por pertencer a uma determinada religião ou grupo étnico, não se "mistura" com outros povos, NÃO merece a minha consideração.
emerson57

Marcelo disse...

O que importa é a busca da verdade.
Todos deveriam considerar isso, é o mais importante acima de tudo, mesmo que ela seja dolorosa. E se for, que se faça dela um aprendizado.

Queremos e vamos atrás para descobrir ou "desencobrir" mais verdades.
Boa Max!

BURGOS disse...

Max

Excelente assunto, quanto mais explorado e desmascarado o assunto Sionismo, mais as pessoas poderão compreender como se desenrolou verdadeiramente a Segunda Guerra Mundial, existe muitas histórias mal contadas e forjadas em benefício daqueles que dispunham do poder na época.

Um livro muito bom sobre isso é:
Holocausto, Judeu ou alemão?
escrito por S.E Castan

Um abraço meu amigo

maria disse...

olá Max: ótimo trabalho de desvendar a história. Se a verdadeira história por trás da historiografia oficial fosse mais conhecida e divulgada, se evitaria ódios racistas de todos os matizes. Porque se há um princípio nunca negado pelos fatos verdadeiros, é que os poderosos para exercer o poder de mando sempre necessitaram infantilizar o maior número possível de pessoas, mentindo, inventando, criando uma história que os ponha no lugar de líderes, benfeitores, empreendedores em favor do povo, e jamais seus algozes, para convence-los a aquiescência e servidão voluntárias. Transformar povos em manadas é uma meta nunca abandonada pelos poderosos religiosos, políticos e econômicos, e a invenção da história que lhes convém tornada oficial, sempre lhes foi arma preciosa. Abraços

Ricardo disse...

Assunto conexo:

http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI275541-17774,00-NAZISTAS+ERAM+GENTE+COMO+EU+E+VOCE.html

Anónimo disse...

Max e amigos,

Embora faça a distinção entre sionismo e judaísmo, creio que nem tudo no Talmud são flores, como descrito neste artigo. No blog Prezado... Cara Pálida, de nosso amigo Tibiriça, em novembro de 2011, no artigo "O Sionismo e o Talmud, desmascarado!", há a descrição de muitas coisas no mínimo esquisitas.

Abraços.
Walner.

Fada do bosque disse...

Um bom trabalho de divulgação Max! mais ainda neste momento, em que a história parece repetir-se. A Hungria está já debaixo de uma ditadura assumida, logo, temos aqui a 1ª da Europa. A Alemanha parece dominar a UE e os EUA estão completamente debaixo do poder das corporações. Enquanto que no regime nazi, o Estado tomou conta das corporações, na globalização, as corporações tomaram conta do Estado. O resultado prático é o mesmo. Veja isto:

"Quem escreveu e fez circular os Protocolos dos Sábios de Sião, para os judeus novamente e em breve, irão pagar com suas vidas, uma política global de que são responsáveis ​​apenas por ignorância do objetivo final, a responsabilidade é dos que fizeram com que os judeus acreditassem, que um dia iriam dominar o mundo ... - Quem construiu o Supremo Tribunal israelita (o mais alto tribunal do Estado judeu que se ergue sobre um dos picos mais altos do país) com o modelo de um templo, onde está uma pirâmide encimada pelo olho de Horus em seu telhado? ..."

http://www.alterinfo.net/Collapse-L-Effondrement-En-route-vers-les-10-commandements-des-Georgia-Guidestones_a61992.html

Os sionistas utilizam os judeus que tanto odeiam, como um meio para atingir um fim, o domínio do Mundo. São os sionistas que estão no topo do poder financeiro, são eles que dirigem os Media, as farmacêuticas, a internet, o armamento e são eles que se acham no direito de sugerir num jornal israelita que a Mossad, deveria liquidar o Obama.

Dali nada de bom pode saír! o blogue xatoo, http://xatoo.blogspot.com/
é perito em desmascarar o engodo do sionismo.
Entretanto fazem do Holocausto a sua bandeira, os sionistas, e é de tal forma, que parece que nos fazem esquecer disto:os nazis mataram 6 milhões de judeus, um facto universalmente conhecido. Os Norte Americanos, seguindo o seu manifesto destino, levaram quase à extinção 19 milhões de nativos americanos. Esta história só muito raramente é contada.

http://www.youtube.com/watch?v=gTrbVf6SrCc

Portanto, americanos com uma história de imperialismo e genocídio pela fome e guerra, sem precedentes e sionistas juntos... é hora de percebermos que entramos no inferno de Dante!!!

Um abraço Max!

Fada do bosque disse...

Para complementar do blogue xatoo:

"Em concreto os Judeus sacrificaram-se arduamente para serem ouvidos, assim como sempre foram ouvidos. São hoje uma parte proeminente no planeta, mais que qualquer outro povo; e a sua importância é extravagantemente desproporcionada para a pequenez da sua dimensão (…)” (ler o original aqui)
Passando depois por uma breve resenha histórica, no final vem então a pergunta de Twain: “Qual é o segredo da Imortalidade dos Judeus?” – a resposta mais que óbvia é que de um modo geral desde os primórdios do capitalismo todos os Reis e Imperadores sempre lhes deveram dinheiro – e enquanto subsistirem as Dívidas aceites e a promessa de as pagar como legitimas os Credores do sistema financeiro reconhecidamente Judaico não se irão integrar pacificamente na sociedade, contribuindo como iguais no labor secular dos Povos

A autora desta denúncia feita no site MuzzleWatch é a editora Cecilie Surasky, licenciada em Estudos Religiosos pela Brown University, uma Judia norte-americana militante no Movimento "Voz dos Judeus pela Paz" (Jewish Voice for Peace) que advoga um Estado Único na Palestina sob o lema: "Israelitas e Palestinianos, Dois Povos, Um Futuro"

voz a 0 db disse...

Já sei onde colocar a "Religião" no meu esquema LOUCO!

Anónimo disse...

Max e amigos,

Norman Filkestein discípulo e amigo de Noam Chomsky, em AMERICAN RADICAL também não faz distinção entre judaísmo e sionismo. Estou com a Fada, como ver o judeu inserido nas aspirações humanas, quando seus objetivos são diametralmente opostos? A questão judaica é uma equação que ainda não encontramos resposta. Desde a exclusividade teísta, onde ganham a divina permissão para suprimir outros povos, chegando no monopólio das finanças, como vê-los como nossos semelhantes, quando eles próprios fazem questão de viverem em seus guetos? Falo isso com conhecimento de causa, pois já fui funcionário de uma empresa pertencente à uma família judia. E falo com muito pesar, por ser admirador de gente como Einstein, Sabin, Dylan, Leonard Cohen, Allen, Chomsky e tantos outros que contribuíram e ainda contribuem, com a grandeza da humanidade.

O que penso a respeito? Mantenho minha visão de que as sagradas escrituras são o eterno cancro da história. Elas dividiram e dividem a raça humana, impedindo que nos reconheçamos como de fato somos, irmãos. Infelizmente isso jamais mudará. Desculpem o fatalismo.

Abraços.
Walner.

Fada do bosque disse...

Olá Walner,

Fikelstein foi condenado ao exílio e dado como louco pelo seu povo, por mostrar que os judeus/sionistas utilizam o Holocausto para extorquir dinheiro aos Países que entraram na II Guerra. Ainda denuncia a lavagem cerebral que é feita aos miúdos que acabam o liceu e antes da tropa, que é obrigatória em Israel para raparigas e rapazes com 18 anos. Esta lavagem cerebral consiste num tour de alguns dias, pago pelo Estado, pelos campos de concentração polacos e alemães, até que o ódio se instale no coração dos miúdos bem fundo, contra os povos europeus.
Vou procurar essa reportagem, com Filkestein e se encontrar trago aqui, duvido pois todos os vídeos que tinha no youtube/vímeo a desmascarar o sionismo, foram removidos!

Um abraço

Anónimo disse...

Isto veio em boa hora -

"O Holocausto nunca pode ser esquecido", diz sobrevivente:

http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5580104-EI8142,00.html

Fada do bosque disse...

Como já tinha dito, tarde demais, a reportagem da dailymotion foi removida: http://www.dailymotion.com/pt

Anónimo disse...

Falam tanto das religiões e do nazismo, mas ninguém abre a boca pra falar do movimento comunista, que matou ao total em todo sua história até hoje mais de 100 milhões no mundo.

Tanto o nazismo quanto o socialismo odiavam o capitalismo e exigiam o controle sobre a economia nacional e sobre a vida das pessoas. As duas ideologias, em suas tentativas de controlar o Cristianismo, acabaram perseguindo, torturando e matando milhões de cristãos. Nazismo e comunismo desencadearam e entraram na 2ª Guerra Mundial como amigos e aliados. Para que não haja nenhuma dúvida, nazismo era a forma abreviada como era conhecido o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista Alemão.

Para os revolucionários, os fins não justificam os meios, se for preciso matar pela revolução, que assim seja! Pois para eles, estão fazendo um bem(mal) necessário. Não serão julgados, pois foi tudo pela revolução.

Vitor H.

Fada do bosque disse...

Claro que o Holocausto não pode ser esquecido... é o motor para a III Guerra na Europa!
Mas podemos esquecer o genocídio dos arménios, dos índios e nem digo mais senão não saíamos daqui.

O Estado chinês exterminou até agora, mais de 60 milhões. A URSS fica lá perto, os americanos na América do Norte 19 milhões, a Turquia exterminou os arménios, penso que perto de 10 milhões...mas não podemos esquecer os judeus!

Fada do bosque disse...

Temos aqui um problema, pois são eles que não nos esquecem a nós!

maria disse...

Olá todos: adorei esse jogo de quem matou mais, e quero participar: aposto as minhas fichas na Igreja Católica, ao longo de 2000 anos. Mas, em sério, concordo com a Fada quando diz que é claro que o holocausto não pode ser esquecido porque é o motor da III guerra mundial. Esse, me parece, o maior tema histórico do momento no mundo inteiro, a ser revelado por gente cuja compreensão da vida ultrapassa o senso comum da história: o acontecimento mais marcante no qual os algozes (judeus ricos, com ou sem a ajuda da panaceia das tradições religiosas) promovem o genocídio do seu povo para se tornarem mais ricos, e se aproveitam da situação para se confundirem com as vítimas. Se esse acontecimento fosse realmente entendido, ficaria compreendida a lógica por traz da perspectiva do império norte americano e da III guerra mundial, caso venha a acontecer.Abraços, e parabéns Max, mais uma vez pelo post.

BURGOS disse...

Aqui vai um excelente vídeo para todos.

Difamação - A Indústria do Antissemitismo - Yoav Shamir

Assim como Norman Finkelstein, um professor estadunidense (e judeu) escreveu um livro no qual expõe como funciona o que ele chama de "A indústria do holocausto", Yoav Shamir, um cineasta israelense (e judeu), realizou o filme documentário Defamation (Difamação) que revela o que poderíamos chamar de "A indústria do antissemitismo". Trata-se de um filme imprescindível para entender os interesses que movimentam essa "indústria". A verdade, como podemos depreender deste documentário, é que o antissemitismo passou a ser a fonte de riqueza e poder para muitos grupos oriundos das comunidades judaicas estadunidenses que, aliados aos interesses da extrema direita israelense, não desejam seu fim, nem seu abrandamento. Muito pelo contrário, para desfrutar de seus privilégios (e para justificar suas políticas anti-palestinas, no caso de Israel), esses grupos procuram fazer de tudo para que o antissemitismo nunca deixe de estar em pauta. Se não houver mais o perigo real (como o documentário nos dá a entender que é o que ocorre na prática), é preciso recriá-lo através de todos os mecanismos emocionais possíveis. O documentário também deixa claro que há muitos judeus, religiosos ou não, que não concordam com a manipulação do sofrimento de seus antepassados para o benefício espúrio de grupos de poder da atualidade.

Abraços

BURGOS disse...

Ops!!! Esqueci do link, hehehehe
Aí vai:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rCUPXWyE1HY

BURGOS disse...

Outro vídeo muito bom!

A Batalha pelo holocausto (Battle for the holocaust)

http://www.youtube.com/watch?v=rXJfRc_1TAA

BURGOS disse...

Excelente vídeo também!
Vejam, vale a pena!

A luta do professor e ativista pelos direitos humanos Norman Finkelstein contra a exploração da memória do sofrimento das vítimas do holocausto em benefício de grupos mafiosos; assim como seu empenho na defesa dos direitos humanos do povo palestino que vem sendo dominado e massacrado pela ocupação militar do estado de Israel.

http://www.youtube.com/watch?v=NQdV1fuAfeM


Abraços

Fada do bosque disse...

Olá Burgos,

Foi esse o documentário: Difamação - A Indústria do Antissemitismo - Yoav Shamir
que procurei no dailymotion e não encontrei. É mesmo muio bom, só que não sabia que estava no youtube. Vale bem a pena, para se perceber que os judeus não passam de vítimas dos judeus sionistas, assim como todos os outros humanos...

BURGOS disse...

É mesmo Fada, mas quem quiser vai ter que ver rápido, eu tenho esses filmes todos baixados, pois sei bem que daqui a pouco não estarão mais no youtube. Logo vai acabar toda a nossa liberdade de poder discutir esses assuntos.

Um abração minha amiga

Tony disse...

Muito legal esse assunto, antes só havia visto Hugo Chávez ou Mahmoud falando claramente de sionismo. Toda vez que tratava deste assunto com meus amigos, sobre judeus donos do mundo, eles me questionavam, dizendo que eu era nazista passivo... Agora compreendo a diferenciação dos termos, judeus e sionistas. Muito obrigado pelo esclarecimento do assunto. O II tirou uma grande dúvida que existia na minha mente.