14 maio 2012

Uma boa ideia: Re-Food

O amigo Jlbraga (inexaurível fonte de notícias, que mais uma vez agradeço) realça uma iniciativa que, infelizmente, passa um pouco despercebida. Esta iniciativa nasceu em Lisboa mas pode ser implementada em qualquer cidade, de qualquer País.
É apenas uma questão de boa vontade.

Reporto um artigo publicado numa das passadas edições do diário Correio da Manhã:
O projecto ‘Re-Food’, que consiste na distribuição por famílias carenciadas de comida recolhida em restaurantes, iniciou-se há um ano na freguesia lisboeta de Nossa Senhora de Fátima e chegará brevemente à do Lumiar, adiantou o seu mentor.

A ideia de fazer o ‘Re-Food’ chegar a outras freguesias de Lisboa é, para o norte-americano Hunter Halder, "possível" e "essencial".
"Estamos a afinar os procedimentos na óptica da multiplicação, já temos uma equipa bastante avançada em Telheiras, freguesia do Lumiar", avançou.
"Temos muito interesse em que o projecto chegue ao Porto, Coimbra, Vila Real de Santo António, Cascais, Oeiras e Berlim (Alemanha). O nosso objectivo é espalhar o ‘Re-Food’ o máximo possível", referiu Halder .
"As condições existem em todas as áreas urbanas do planeta. (…) É algo que dá resultados. Os restaurantes não querem deitar comida ao lixo, as pessoas que passam fome não querem ter fome e pessoas que fazem voluntariado existem em todo o lado", afirmou o responsável.
Há um ano, Hunter Halder iniciou sozinho o projecto ‘Re-Food’, que hoje conta com mais de cem voluntários que diariamente o ajudam a recolher comida em restaurantes e pastelarias para serem depois distribuídos por famílias carenciadas.
O mentor da iniciativa salientou que "todas as pessoas da comunidade são convidadas a fazerem voluntariado", esclarecendo que há três tipos de voluntários: aqueles que têm tempo e participam nas operações, os 'pro bono' (pessoas que mantêm o site na Internet ou advogados) e os voluntários de apoio, que podem participar com um donativo dentro do seu orçamento.
Leram bem: afinal trata-se apenas de recolher as sobras dos restaurantes, aquelas que costumam ir para o lixo, e entrega-las a quem não tem dificuldades em arranjar comida.

É ou não é uma boa ideia? E, tal como dito, pode ser implementada em qualquer lugar.
Mas não em Almada, pois a Câmara já fez saber que não tenciona dar-se ao trabalho de recolher comida por conta dos outros. Justo, que sejam os mais carenciados a mexer-se, ora essa: já aprenderam a viver com pouco ou nada, que aprendam também a fazer as filas no retro dos restaurantes para pedir uma esmola. Afinal somos ou não uma Câmara nas mãos do Partido Comunista?

Os outros, os que raciocinam de forma mais saudável, podem aprofundar o assunto nos seguinte links (sempre fornecidos pelo Muy Nobre Jlbraga):

http://boasnoticias.clix.pt/noticias_Re-food-Recolha-de-sobras-j%C3%A1-deu-6.000-refei%C3%A7%C3%B5es_7995.html
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=2061081
https://www.facebook.com/pages/Refood-1-NSdeF/186206424735596?sk=info
http://www.jn.pt/multimedia/video.aspx?content_id=2034983
http://www.esn-lisboa.org/?q=event/refood
http://rr.sapo.pt/rubricas_detalhe.aspx?fid=125&did=34664
http://www.impulsopositivo.com/content/projecto-refood-continua-crescer
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/solidariedade-projecto-re-food
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=482183&tm=8&layout=122&visual=61
http://www.ionline.pt/portugal/re-food-bicicleta-distribuir-sobras-dos-restaurantes
http://www.forum.pt/estudantes/noticias/6471-jovens-voluntarios-premiados
http://donabicicleta.wordpress.com/2011/09/19/a-pedalar-para-salvar/
http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=2061117&page=-1
http://www.tvi24.iol.pt/programa/3008

Mais: caso não estejam interessados na implementação duma actividade re-food, podem sempre contribuir com a divulgação da ideia e espalhar este texto. É só fazer copy-paste, não custa muito, pois não?

Obrigado pela atenção.


Ipse dixit.

18 comentários:

  1. maria14.5.12

    Olá Max: coisa parecida fazem todas as pessoas que detestam desperdício. Em T.Â.temos um pomar (só para exemplificar)com um bom número de árvores frutíferas. Agora é época de limão, laranja e bergamota, e é claro que 10 pessoas não dão conta da produção, mesmo fazendo doces e sucos para consumo diário. Então leva-se para o lar dos velhinhos. Mas nunca gostei de fazer caridade, simplesmente. É ruim para quem faz e para quem recebe. Mais uma das ideias "religiosas" que detesto. Logo, fazemos trocas com o lar dos velhinhos abandonados: eles "trocam" comida por pequenos serviços em costuras e coisas ao seu alcance, o que é bom para as duas partes. Sobras de restaurantes...hum...não sei não...Me soa as migalhas que sobraram do prato de quem pode comer em restaurante.Os donos de restaurantes sabem muito bem reciclar, armazenar, conservar alimentos, para que pouco sobre, e os restos teriam, do meu ponto de vista, bom aproveitamento, se destinado as sociedades protetoras de animais abandonados. Pelo menos eles não percebem que comem o que os humanos desprezam.Abraços

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  2. A caridadezinha não resolve,não resolveu ao longo de 2.000 anos o problema da pobreza,nem sequer da fome.
    A caridade é,em si mesma,humilhante e cria dependência,subserviência e agradecimento indevido.
    Restos é o que uma sociedade civilizada não deveria produzir,muito menos desperdícios.
    Os problemas da pobreza resolver-se-ão com políticas de solidariedade,justiça social,emprego devidamente remunerado,produção primária,etc.,etc. ... .

    Um abraço,
    mário

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  3. Anónimo14.5.12

    no Brasil existe restaurantes populares onde é possivel comer a 1 real,já me falaram que a comida era de boa qualidade, acho q em euros isso seria uns 40 centavos de euro, para os "pobres da europa" seria o mesmo do q de graça.
    acho q seria melhor cobrar um preço simbolico do que da tudo de graça pois a população nao aprende pescar se o peixe vem para dentro da canoa.

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  4. Max

    No Brasil os restaurantes doavam as sobras dos alimentos para entidades carentes, mas hoje em dia não fazem mais.
    No Brasil, a responsabilidade pelo alimento doado é de quem produz. Se a comida estragar e fizer mal a alguém, o restaurante é o único culpado.
    Aqui no Paraná tinha um supermercado que doava toda a comida que sobrava do Bufet para um albergue que hospedava pacientes com câncer que vinham do interior e de outros estados para fazerem tratamento, mas com essa responsabilidade desistiram depois de um tempo.
    Eu concordo com doações que sejam feitas a entidades decentes, e esse Albergue citado era uma entidade confiável. Mas infelizmente até ajudar sai caro para certos doadores.

    Um grande abraço

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  5. OUTRA VEZ...

    Bem, começo por partes!

    "Leram bem: afinal trata-se apenas de recolher as sobras dos restaurantes, aquelas que costumam ir para o lixo, e entrega-las a quem não tem dificuldades em arranjar comida." MAX vê lá se não há por aí um 'não' a mais!

    Voltamos ao mesmo... O meu raciocino mais saudável pode ser lido AQUI

    Que mania agora pegou de só por mudar o nome acharem que restos deixam de o ser... Como já escrevi "Restos... não é alimentação saudável!"... Mas parece que a minha saúde mental esta infectada por um qualquer vírus que só a Máfia conseguirá expurgar!...

    Vou mais pelo caminho da maria... Troca de bens/serviços... Andar a distribuir restos, desculpem, SOBRAS, SOBRAS... não é a solução... Se fazem questão disso então que guardem uma hora, ou então que reservem umas mesas, do restaurante para as tais famílias irem lá comer!

    Mas é como digo... enquanto não alterarmos a estrutura da Sociedade... isto vai durar e durar e durar...

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  6. Maria, Voz e todos

    Concordo com a Maria e com o Voz, mas gente!!! Estamos falando do momento atual, da sociedade atual e não da sociedade que gostaríamos que fosse.
    Estava falando de comidas que sobram nas panelas e não em pratos.
    Caridade não é troca de interesse, caridade é algo que a pessoa faz com o único intuito de ajudar o próximo, sem esperar absolutamente nada em troca.
    Conheço pessoas que vão em hospitais, cortar o cabelo de pacientes, levar pijamas e sabonetes para pacientes que estão em fase terminal da vida.
    Deveríamos fazer uma troca com essas pessoas?
    E as crianças que passam fome? deveríamos fazer uma troca antes de lhe darmos um prato de comida???

    Lembrei de um poema que diz:

    O bicho

    Vi ontem um bicho
    Na imundice do pátio
    Catando comida entre os detritos.
    Quando achava alguma coisa;
    Não examinava nem cheirava:
    Engolia com voracidade.
    O bicho não era um cão,
    Não era um gato,
    Não era um rato.
    O bicho, meu Deus, era um homem.

    Manuel Bandeira

    Abraços

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  7. Ei Burgos... Meu Cão Lindo... Essas pessoas de que falas também o fazem em troca de algo...

    O poema... O poema apenas nos lembra de que ao contrário do que temos a mania, nunca deixamos de ser bichos! Embora hajam muitos que se não vejam como bichos!

    Festinhas...

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  8. Anónimo15.5.12

    Ó gente...essa sobras se forem de qualidade e em porções não muito pequenas, dão refeições completas. Há gente que vai a um restaurante, pede uma dose, come meia e deixa o resto, intacta. Se alguém com fome puder comer aquilo, porque não? Não tem que ser humilhante, é uma forma de aproveitar tudo e ainda ajudar a acabar com um problema humano.

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  9. Fiquei surpreendido. Realmente surpreendido.

    Que dizer, pensava que a ideia do re-food conseguisse mais apoiantes.

    Será que não fui suficientemente claro?

    O questão não é convidar as pessoas para que possam comer de graça nos restaurantes.

    A questão não é fundar uma sociedade baseada na esmola.

    Trata-se de grupos de voluntários que dizem aos restauradores: "Ó amigo restaurados, em vez de deitar as sobras no lixo, deixa num cantinho que passou eu e recolho".

    Até são voluntários, fazem o trabalho de graça.

    Estamos a falar de comida que em qualquer caso ficaria deitada no lixo. Com grande felicidades de ratazanas e gatos.

    Eu gosto imenso de gatos, até as ratazanas são simpáticas: mas é possível sempre partilhar, um pouco para as ratazanas, um pouco para quem perdeu o trabalho.

    Até fiquei com dúvida e fui controlar: será que no Brasil já não há desempregados?
    Pelo visto há. Não muito, 6% e picos, mas há.

    "Caridade"? Porquê não chama-la "ajuda" se o termo irrita?

    Ao ver uma pessoa sem emprego, sem rendimentos, com fome, o que fazemos? Nada porquê a caridade irrita? Ou começamos com um sermão?

    Não é a mesma coisa que entrar num hospital e ouvir dizer "Lamentamos, poderia ser possível tratar da sua perna partida, mas nada de caridade. Já se o senhor pudesse pagar com um cartão de crédito seria diferente...E depois porque partiu a perna? Ah, foi de bicicleta. Mas não sabe que ir de bicicleta é perigoso? Mas o senhor não tem juízo? Tinha o capacete? E foi bater contra quê? Uma árvore? Mas não tinha visto a árvore? Estava a olhara o quê, eh?".

    Por acaso, sempre no âmbito da saúde ficamos.

    A "troca"? Eu apoio a ideia da troca. Mas é sempre possível trocar? Onde acaba a ideia de ajudar e onde inicia o negócio? Onde começa a ideia de obrigar uma pessoa a privar-se de algo para ter o necessário para viver?

    Eu quando quero ajudar não quero nada em troca. A troca é uma coisa, a ajuda é outra.

    Diz Maria: "Me soa as migalhas que sobraram do prato de quem pode comer em restaurante".

    Sim, é exactamente isso. Qual o problema?

    "Os restos teriam, do meu ponto de vista, bom aproveitamento, se destinado as sociedades protetoras de animais abandonados".

    E porque não pedir em troca algo dos animais? Os animais podem trabalhar. Coisas pequenas, tarefas simples, mas podem.

    Ou ajudar um animal está correcto enquanto no caso dum homem isso soa mal?

    Diz Trepadeira:
    "Os problemas da pobreza resolver-se-ão com políticas de solidariedade [...]"

    E eu estou a falar de quê? Ajudar pessoas carenciadas com trabalho voluntário e comida que seria desperdiçada, na minha óptica é o máximo da solidariedade. Depois claro que tem que haver mais do que isso, mas uma coisa não exclui outras.

    Ainda bem que há Burgos... :)))

    Grande abraço para todos!

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  10. maria15.5.12

    Olá Max: para mim existe uma diferença fundamental entre caridade e ajuda mútua: a primeira implica em repassar ao outro aquilo que me sobra. Não gosto da ideia porque estabelece entre eu e o outro uma distancia que nos desiguala.Isso não quer dizer que eu e, acredito que outros que assim pensam, deixem de ajudar individualmente a trocentas pessoas e bichos sem pensar em qualquer tipo de recompensa. No entanto prefiro mil vezes a prática da ajuda mútua (trocas, que no meu pensamento e nas minhas ações nada tem a ver com negócio,simplesmente porque negócio implica em lucros para uma das partes), que consiste em uma simbiose entre as partes, onde ambas se beneficiam.
    O mutualismo, as trocas solidárias são dispositivos que mantem as pessoas em pé de igualdade, não é nenhuma invenção minha, mas sim princípios de organização libertária e economia solidária fartamente desenvolvidos em teoria e práticas a nível grupal e quiça em âmbito macro.Na verdade, como sempre acreditei nisso, faz mais de 10 anos ponho em prática em T.Â.e nunca me arrependi.
    Reitero que adotar amplamente a medida filantrópica que descrevestes no post é um paliativo que pode encher a barriga de alguns infelizes, sim, mas os enterra mais e mais na condição vira-latas do sistema. Lembra, Max, que o vira-latas canino nos agradece os restos, e lambe nossas mãos,os merece sem dúvida, mas nem eu nem tu, nem BURGOS, querem que os vira-latas humanos sejam jogados nesta condição. Creio que a última coisa que se pode tirar de uma pessoa é a dignidade, e é pela dignidade humana e pela compaixão pelos animais que eu sempre vivi. Podes me argumentar que estas são palavras que não enchem barriga. É verdade, e te digo isto com a certeza de quem como eu, já passou alguns anos com fome. E da minha experiência de miserável te afirmo: a humilhação de comer restos foi mais dolorosa que a fome, muito mais, embora a fome seja ardida. Talvez por ter vencido a humilhação sem me dobrar, eu a tenha vencido, e possa hoje praticar tantas trocas, justamente porque odeio negócios, e amo compartilhar.
    De qualquer forma, não fico aborrecida com as opiniões diversas da minha, inclusive a tua. Creio que compreendo-as perfeitamente, e aceito-as, porque cada um de nós é fruto de nossas mais particulares experiências. Deixo os meus rancores para os grandes filantropos que não estão entre nós em II. Abraços

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  11. maria15.5.12

    continuando...
    No caso concreto que apresentas no post, de acordo com os meus princípios, eu organizaria a coisa de outras formas, por exemplo;
    -trocas de almoços por encaminhamento de latas para reciclagem,
    -um dia por semana de almoço popular a preço escolhido individualmente pelo fregues
    - um dia por mês de "pendura" (como e, pago quando puder, e se puder)
    - trocas de refeições por organização no estacionamento
    - trocas de refeições por seleção de restos para encaminhar para os animais vadios ou associações de animais
    - um dia por mês onde clientes voluntários cozinham para os empregados do restaurante e agregados.
    Bom...eu poderia dizer muito mais, mas não quero aborrecer demais.
    É só para sugerir que, mudando o jeito das iniciativas, a gente pode acabar mudando algumas outras coisas, que do meu ponto de vista (que sempre é a vista do ponto de onde me coloco)são fundamentais.
    Abraços

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  12. Anónimo16.5.12

    Isto faz-me lembrar um outro post que por aqui passou antes...este:

    http://informacaoincorrecta.blogspot.pt/search?q=reflex%C3%B5es

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  13. Caro Max

    Concordo,genericamente com o ponto de vista da Maria.
    A solidariedade não pode ser uma forma descriminatória e humilhante.
    A sociedade em que quero acreditar não pode ter nababos a viver à custa de milhões de esfomeados na miséria a quem possam dar uma côdea bolorenta para lavar a consciência.
    Um abraço,
    mário

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  14. A SURPRESA DE MAX!
    "Fiquei surpreendido. Realmente surpreendido."

    Eu é que estou surpreendido de tu teres ficado surpreendido!

    O problema não são as palavras, mas como as palavras parecem que valem muito em termos publicitários a coisa está a ficar estranha, no mínimo!

    ""Caridade"? Porquê não chama-la "ajuda" se o termo irrita?"

    É tal como os restos? Porque é que lhes chamam agora "Sobras"?

    Porque já dizia a publicidade
    "Restos... não é alimentação saudável"
    e estavam a falar dos cães e gatos!

    Ora se RESTOS não servem para cães e gatos, muito menos poderemos utilizar esta palavra para darmos os RESTOS aos humanos... Vamos começar a fazer propaganda com a palavra "Sobras" e pronto, problema resolvido! Nada mudou na realidade, apenas o cheiro, que é como quem escreve, a percepção da realidade!

    Depois a coisa já está a querer ganhar movimento e força de "Franchising sem fins Lucrativos", senão leia-se, o que é deveras preocupante...

    "Temos muito interesse em que o projecto chegue ao Porto, Coimbra, Vila Real de Santo António, Cascais, Oeiras e Berlim (Alemanha). O nosso objectivo é espalhar o ‘Re-Food’ o máximo possível", referiu Halder "

    Depois temos a ajuda aos animais... Que neste caso não tem absolutamente diferença alguma pois estamos realmente a ajudar animais, de espécie diferentes, mas animais! Substituam o animal cão do canil, pelo animal humano da rua... e qual a diferença? A palavra: o 1º come restos, o 2º come sobras!

    Para concluir... MAX podes contar comigo para te surpreender com coisas destas, pois eu faço como o meu Amigo no que toca a este lavar de consciências mascaradas de caridade, desculpa, AJUDA!

    Continuo a achar que o caminho mais humano é o da maria.

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  15. Anónimo16.5.12

    Vazou!
    A máscara da maçonaria cai.
    Uma Stripper na Maçonaria? Ritual Maçom?!?


    Vejam com seus próprios olhos e leiam a descrição do vídeo.

    http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=6Yby4eTBEH0

    Você sempre imaginou o que acontece na loja, e os bons pensamentos dizem que jamais você os veria com uma stripper em seu meio, ou talvez praticando algum ritual satânico.

    Primeiro, você tem uma stripper que não é realmente stripping, para uma platéia de homens velhotes que não estão animadas em nada.
    Eu nunca tinha visto tal comportamento civilizado para um show de stripper. Talvez seja o olho que tudo vê olhando para todos?

    Eles fazem magia prática, como beber vinho a partir de um crânio, em um ritual de alto nível.

    O ponto de todo o segredo e "cada nível se aproximar do topo" sendo revelado um outro ritual secreto, caso contrário, haveriam pessoas sentadas em torno de desperdiçar o tempo.

    Os mais antigos truques dos sacerdotes do templo são todos iguais, fazer o acólito passar por um monte de porcaria que eles não entendem, e quanto mais durar, mais eles vão tratar a "VERDADE" final que revelam como algo importante.

    Certamente esta cena não se passa em uma loja azul.

    O usuário divulgador foi Don Q. do Canadá, no forum GodLikeProductions.

    Acho que é absolutamente hilariante como estão tentando dizer "isso não acontece em lojas reais de pedreiro" ... "pedreiros reais nunca iria deixar as mulheres entrar" ... "pedreiros reais são homens de integridade" ... blah blá blá.
    Eles são levados a acreditar que é tudo somente sobre como se tornar um homem melhor, eles são simplesmente baixos peões do ranking sem compreensão real do que acontece no topo.

    Quando montram todo o maçom é "tornar os homens melhores" é isso que eles querem dizer com isso??

    É um ritual e ele vai ser viral. É uma exposição inédita simbolizando a luxúria.

    E o vídeo foi originalmente carregado para vimeo, e foi excluído 2 dias mais tarde, com qualquer razão, mas não pelo uploader!
    Quando eu vi pela primeira vez, tinha 55 exibições no youtube, agora estamos naering 10.000 pontos de vista.
    O Vídeo do HipHop é uma republicação.

    de qualquer maneira. a pessoa que originalmente publicou este tem a sua localização como o Canadá.
    eles também têm um link de endereço url publicado, seu para;
    bcvaporizer.com

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  16. Bom, é evidente que temos visões diferentes. Acontece.

    É claro que eu tenho razão, enquanto todos vocês erram, mas paciência :)))

    No entanto, fui inscrever-me no Banco Alimentar, para ver se será possível ajudar de alguma forma. No armazém, no escritório, nas campanhas, vamos ver.

    Pois continuo a pensar que há por aqui pessoas que precisam de ajuda e que devemos fazer alguma coisa.

    Para mim, entregar comida a quem não tem dinheiro para o supermercado é algo positivo. Outros pensam de forma diferente, o que é legítimo.

    Mas enquanto estamos aqui a discutir das grandes reformas estruturais da sociedade, os problemas ficam.
    Há pessoas que perderam o trabalho, famílias nas quais ninguém encontra um rendimento.

    São pessoas que viveram duma determinada forma ao longo de toda a vida e que de repente são atiradas para uma nova realidade.

    Gosto de discutir, mas gosto também de fazer alguma coisa.

    Em qualquer caso: agradeço todos, como sempre, porque falar, trocar de ideias é não importante mas fundamental.

    Abraçoooooo!!!!

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  17. Anónimo da Maçonaria.

    Temos uma stripper. Sim, e depois?

    O vídeo foi retirado do Youtube? Acho bem. Aliás, pena que esteja ainda disponível de qualquer forma.

    Porque espalha a ideia de que tudo não passa dum grupo de idosos tarados sexuais.

    Anónimo, a realidade é um pouco mais complexa do que isso.

    Abraço.

    ResponderEliminar
  18. Concordo com o Max e o Burgos. Afinal o "resto" dos restaurantes é comida que serviria a qualquer pessoa que pudesse pagar pela refeição.

    Na minha opinião, caridade é algo que enobrece o espírito humano. Acredito que as pessoas mais pobres só precisam de um "empurrão". Não é dar alimento, pagar as contas ou coisa parecida.. É fazer com que elas se sintam parte da sociedade.

    A idéia de trocas com o asilo, é até boa. Não conheço um velinho que goste de ficar a toa, hehe.

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