09 junho 2012

Aborto

Aborto

Eis algumas sugestões:
  • Deve ser permitida a livre escolha por parte da mulher ou deve ser considerado crime?
  • E nos casos de violação?
  • Até que fase da evolução da célula embrional pode ser permitida a interrupção voluntária de gravidez?
  • Desde quando é possível falar de vida? Desde a concepção ou desde o surgimento de determinadas características embrionais?
  • Quais as motivações que segundo o Leitor levam as pessoas a recorrer ao aborto?
  • Se a filha do Leitor escolhesse o aborto como solução, não no caso de violação, qual seria a atitude do Leitor? O que faria do ponto de vista prático?

14 comentários:

  1. Marcelo7.6.12

    Deve haver a escolha apenas se houver risco de vida na gravidez, ou em casos de estupro, porém apenas até certo tempo de gestação.

    Não podemos interferir em coisas com estas, pois ha uma vida em jogo, não temos o direito de tirar a vida de alguém por escolha própria. A partir do momento em que ha a formação do feto já ha a formação da vida! Logicamente.

    Para a ultima pergunta, deve haver uma boa conversa e muita instrução, sempre prezando pela vida, não poderia proibir a força, mas certamente tentaria mostrar o caminho certo a seguir.

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  2. Anónimo7.6.12

    O que leva alguém a beber? Ou a fumar? Ou a drogar-se? Ou a ter sexo arriscando a concepção de um filho? Ou...etc., etc.

    Sugestão psicológica. Estímulo artificial do desejo. Somos bombardeados dia e noite com imagens que sugestionam práticas desregradas, e que nos querem levar a imitá-las, convencendo-nos de que são a normalidade. E quando toda a gente cai na esparrela e realmente imita...então passa a constituir a nova "normalidade", como se sempre tivesse sido assim.

    Somos levados a imitar aquilo em que nos querem tornar. Querem moldar o nosso sistema de valores consoante a direcção em que nos pretendem levar e controlar, e consoante o dinheiro que ganham.

    Eu acho que o verdadeiro remédio está na prevenção...transmitir valores logo desde miúdo/a ao/à filha, e ensiná-lo/a a não cair no seguidismo...o mesmo vale para todos os outros itens.

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  3. Anónimo7.6.12

    No caso de violação, por respeito à vida involuntariamente gerada, esta seria preservada, mas quando nascesse, a mãe não teria a obrigatoriedade de responsabilidade sobre ela. A entrega da criança para adopção seria mesmo, talvez, a melhor opção. Contudo, o pai teria, caso tiver possibilidades para isso, a responsabilidade financeira durante o crescimento da criança.
    Sei que é uma solução estranha...mas verão que tem a sua lógica.

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  4. Anónimo7.6.12

    Há casos em que nenhum dos membros de um casal se precavê porque depois se pode abortar! Isto é um desrespeito à vida! Há casos de pelo menos 2 abortos em menos de um ano.
    E porque muitas vezes, "não estão para ser pais", ou porque a beleza da mulher iria ser distorcida... Como pode haver tanta falta de consciência?

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  5. Marcelo7.6.12

    É muito comum escutar, na voz de alguns militantes liberais e socialistas, o argumento de que o aborto seria legítimo porque foi legalizado nos países desenvolvidos ou “civilizados”. Na ótica destes grupos, os chamados “países subdesenvolvidos”, influenciados por uma moralidade religiosa cristã, proíbem o aborto por guardar uma espécie de atraso civilizacional. Não precisa ser um gênio para perceber o sofisma grotesco desse raciocínio: a legitimidade de uma ação não está na riqueza e na prosperidade de um país, mas tão somente no que ela implica moralmente e no que ela transgride. O fato de alguns países democráticos aprovarem o aborto não é sinal de civilidade. É evidência fatal de que a democracia pode se adaptar perfeitamente à barbárie moral.

    Esse argumento ainda tem uma estranha curiosidade: ele parte dos sentimentos de inferioridade de quem o defende. A lógica é turva: o mero fato de um país ser rico, já legitima todas as suas ações. Não importa que tais práticas sejam abomináveis do ponto de vista ético e moral. Na cabeça do militante “progressista”, tudo que os países ricos fazem de ruim é um imperativo categórico, acima de qualquer princípio moral.

    Mas os argumentos não terminam por aí. Para atacar a religião e as tradições cristãs do povo, os ateus e materialistas apelam ao fato de que os países mais ricos são também os que possuem a maior porcentagem de ateus. E com base nisso, induzem a uma falsa analogia entre riqueza e secularismo. Mas nenhum ateu criou essa cultura e essa civilização. Não foram ateus os homens que fundaram as universidades, guardaram o conhecimento do mundo antigo, patrocinaram as artes, a música, a ciência e criaram as instituições da Europa.

    Alguém por acaso vai apoiar a pedofilia e o homicídio, porque a Holanda aceitou a legalização de um partido pedófilo e permite que médicos matem aleatoriamente velhinhos? Alguém aceitará a prisão de quem dá palmada nos filhos, porque na Suécia, o Estado já criminaliza os pais severos? Alguém aceitará a agenda homossexual, porque em alguns estados norte-americanos, a ideologia gay já é usada para doutrinar crianças?

    Ser cristão, nesse estado de coisas, é manter a coerência existencial, dentro das loucuras da modernidade. E ser católico é manter-se firme às origens da civilização e do ser humano. O Brasil pode se orgulhar de ser economicamente atrasado e guardar valores cristãos. Ainda não matamos pessoas enfermas, não degradamos a família, não policiamos comportamentos alheios, não discriminamos racialmente o nosso próximo. Ainda. Pois no que depender dos poderes da política, da intelligentsia, do judiciário, da mídia, dos formadores de opinião e das ONG’s, sairemos da civilidade cristianizadora que liberta, para a barbárie secularista que escraviza. Seremos, em suma, um dos povos mais infames da terra, indignos dos céus e do próprio chão.

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  6. Anónimo7.6.12

    Daqui a bocado vêm os gajos todos do PS e do BE, de pau de marmeleiro na mão, a querer dar um atesto de porrada a toda a gente, com aquilo que estamos aqui a discutir....eheheheheh.

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  7. Vanessa8.6.12

    O aborto é uma forma objectiva de defender o bébé: nada pode ser pior para uma pessoa do que nascer sem ser desejada.

    Por isso, no momento em que a mãe não deseje ter o filho perde automaticamente o direito a tê-lo.

    Pelo que o Aborto legal foi das melhores medidas feitas em Portugal nos últimos tempos.

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  8. Marcelo8.6.12

    Vanessa

    Não entendi, então é melhor a pessoa MORRER do que nascer sem querer?????

    BESTEIRA!
    Defender não é matar! Não temos o direito de escolher se o indivíduo deve morrer ou não!

    Seu modo de pensar é um exemplo de pensamento esquerdista e revolucionário. Acham e pensam realmente que estão fazendo a coisa certa para um suposto futuro melhor, porém a realidade é bem outra, esta mentalidade não vai ajudar nossa civilização em nada.

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  9. Vanessa8.6.12

    marcelo:

    Não se pode morrer antes de nascer!! Ou pode? Por essa lógica a morte dos espermatosoides também é homocidio, também é contra a contraceção?

    "Acham e pensam realmente que estão fazendo a coisa certa para um suposto futuro melhor" - caro amigo, mas isto que me aponta como uma grande critica não será o que todos nós queremos efetivamente? Ou no seu caso, não quer fazer a coisa certa para um futuro melhor???

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  10. Anónimo8.6.12

    Se se pode morrer sem nascer?
    Claro que se pode!
    O que é o aborto senão a provocação dessa morte?
    Apesar de não ter sido posto cá fora, o bébé está vivo na barriga da mãe!

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  11. Anónimo8.6.12

    E agora há uma coisa ainda pior!
    Já há quem defenda (pasmem-se!) o aborto após o nascimento!
    Daqui a bocado, matam quem quiserem, tenha a pessoa a idade que tiver...na cabeça de quem defende coisas destas, é só uma questão de lei, e de perspectiva...

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  12. Anónimo8.6.12

    Os regimes Nazista e Soviético começaram com certas idéias e aos poucos foram mudando e modificando cada uma, o resultado todos sabemos, um verdadeiro desastre. Estudem as medidas, as leis e as políticas destes poderes e verão a semelhança por onde estamos caminhando.

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  13. A escolha deverá ser de acordo com a consciência de cada um e daí a liberalização. Pessoalmente não consigo racionalizar a partir de quando passa a ser infanticídio mas penso ser sempre melhor um aborto que um filho não desejado que não tenha condições mínimas para ser feliz.
    Também não concordo que o aborto deva ser levado de animo leve e deveriam ser impostos limites/multas em casos de repetição.

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  14. Anónimo9.6.12

    a esterilizacao opcional deveria ser oferecida pelo estado, para qm nao desejar ter filhos ou quiser congelar seus espermas. o aborto deve ser evitado, mas devido a situacao populacional e alimenticia deve ser legalizado.

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