09 junho 2012

Homossexualidade

Ok, ok...
O post "Medidas" foi causa de muitos comentários. Sempre bem vindos.

Então vamos fazer assim: antes de pôr as medidas num espaço único (é que hoje não tenho tempo, mas a sugestão é muito boa, obrigado), relanço aqui os assuntos mais polémicos que são:

Homossexualidade
  • A homossexualidade é: uma doença, uma moda, uma condição natural ou que mais? 
  • Os homossexuais devem ser perseguidos legalmente?
  • Devem ser permitidos os casamentos gays?
  • Deve ser permitido aos casais gays adoptar filhos?
  • Se o Leitor tivesse um filho/a gay, qual seria a sua atitude?

Este assunto, juntamente com as questões do aborto e das drogas, vai permanecer em destaque ao longo dalguns dias, de forma a recolher o maior número de opiniões e ter o tempo necessário para reunir as ideias.

São assuntos aos quais o blog nunca dedicou muita atenção, esta é a ocasião para remediar.

O objectivo, como sempre, é discutir e também tentar individuar as tendências dos Leitores. Por isso também acho melhor esta solução de que uma sondagem: aqui é possível justificar as escolhas.

Esteticamente é feio (o blog fica com quatro títlos assim, na página principal) e estes dariam bons assuntos para o fórum. Mas é verdade que o fórum ainda é pouco utilizado e que os assuntos ficariam "escondidos"

Ipse dixit.

35 comentários:

  1. Marcelo7.6.12

    Esquerdistas, liberais e marxistas são todos pró-aborto, gaysismo, eutanásia, drogas, etc. A esquerda ta tomando conta e influenciando a todos, em um combate explicito contra a moralidade e a religião cristã, só não enxerga quem não quer. A elite quer visar nossos filhos e introduzir o sexo às crianças cada vez mais cedo, para que passem a enxergar em termos sexuais qualquer tipo de relação que tiverem com qualquer pessoa, seja ela criança ou adulta. A Comissão sobre População e Desenvolvimento da ONU, está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças de dez anos.

    Bernard Cohen já dizia que quando a mídia não consegue determinar como o público vai pensar, ela consegue ao menos determinar o que ele vai pensar e discutir. Isso significa que o conteúdo da mensagem pouco importa, mas sim o debate gerado, o rompimento do tabu. Qualquer publicitário sabe que para a aceitação de uma campanha polêmica o primeiro passo é torná-lo assunto, seja na forma negativa ou positiva. A campanha contra as drogas, por exemplo, transformou o usuário de criminoso a doente, e hoje vemos campanhas pelo mundo todo pedindo a legalização de todas as drogas.

    É bom lembrar que o homossexualismo, no passado, era considerado crime e foi devido a pressões por parte de ativistas que foi considerado doença. Depois de diagnosticada a doença, chegou o momento de afirmar-se como grupo social e até gênero discriminado, ganhando em seguida uma série de benefícios sociais cujo mais recente é a lei da “homofobia”.

    John Coleman, no livro O Instituto Tavistock de Relações Humanas, conta como os engenheiros sociais do famigerado instituto de pesquisas financiado pela Fundação Rockfeller pagavam grandes somas para que celebridades concedessem entrevistas sobre temas sexuais. O objetivo era o mesmo das propagandas de cigarro que incluíam astros de Hollywood.

    Sabendo disso, o telespectador comum pode experimentar relacionar fatos midiáticos, ligados a celebridades preferencialmente, com questões políticas que polarizem discussões, como o desarmamento, passeatas pela diversidade, racismo, violência contra mulheres etc. Não está em questão qual a real validade ou necessidade destas discussões para a sociedade, mas sim a procedência real de alguns fatos públicos orientados muitas vezes pelo interesse de grupos regados a financiamentos muitas vezes milionários. Assim, estes grupos buscam dar a idéia de uma singela coincidência de demandas populares por “direitos historicamente sonegados” contando, para isso, com a colaboração de uma imprensa que, ou não conhece a procedência de suas próprias técnicas, ou trabalha literalmente para o outro lado sem nenhuma consciência de culpa.

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  2. Marcelo7.6.12

    Não sou contra o homossexual, mas sim contra a agenda e o movimento político dos Gays.

    A agenda Gaysista está tão afiada que na IV Conferência Mundial das Nações Unidas sobre a mulher, realizada em setembro de 1995, o cenário escolhido pelos promotores da nova perspectiva para lançar uma forte campanha de persuasão e difusão.

    O que aconteceu nesta conferência? Muitos delegados simplesmente ignoraram essa “nova perspectiva” da expressão em questão e pediram aos seus principais impulsionadores uma definição clara. E a resposta não tardou, porque era uma prioridade para os seus divulgadores: “Gênero se refere às relações entre homens e mulheres com base em funções socialmente definidas que são atribuídos a um ou outro sexo”.

    A ideia principal dessa definição é: “não há homem natural nem mulher natural”. Ser homem ou mulher depende do papel social que é atribuído a um ou outro sexo; pura e simplesmente, ser homem ou mulher é o resultado de uma decisão. Com a eliminação da lei natural que governa os sexos, a decisão passa a depender completamente das circunstâncias sociais. Se a sociedade exige que “alguns corpos” em algum momento assumam a forma de “mulher ou homem”, esses corpos devem adotar este ou outro sexo.

    Esta nova perspectiva de gênero constitui um gravíssimo erro, que não pode ser aceito por ninguém. Porque seus proponentes pretendem não só modificar a natureza do homem, como eliminá-la por completo.

    Os defensores da “nova perspectiva” rechaçam qualquer diferença, porque a consideram suspeita. Afirmam que toda a diferença entre homem e a mulher é uma construção social e, por isso, deve ser mudada. Pretendem estabelecer uma igualdade “total” entre o homem e a mulher, sem considerar as diferenças naturais entre ambos. Rechaçam rotundamente as diferenças sexuais. Não existem somente dois sexos, mas muitas orientações sexuais. Basta descobrir qual é mais conveniente num determinado momento. Em tão grave erro caem os promotores desta falsa perspectiva, porque ao declarar guerra campal contra a natureza, acabam denegrindo o respeito à mulher, porque para eles o “inimigo” é a diferença.

    Existe um perigo real de “coisificar” e “despersonalizar” a sexualidade quando ela é reduzida a um dado meramente biológico. E os promotores da falsa “ideologia de gênero” falam de orientação sexual a partir deste pressuposto equivocado. Ao considerar a pessoa humana em quanto ser verdadeiro e atendendo à verdade que leva inscrita em seu ser, necessariamente devemos aceitar que o homem não pode escolher ser homem ou mulher, mas que a diferença sexual vem na natureza pessoal, psicológica e espiritual, com todas as suas conseqüências, e como ela se apresenta deve ser aceita.

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  3. Marcelo7.6.12

    Na Alemanha nazista, as crianças, desde a escola, eram “ensinadas” a adorar os valores nazistas.

    Na União Soviética, as crianças eram incentivadas a fazer trabalhos escolares elogiando os valores comunistas. Os melhores elogiadores ganhavam um prêmio.

    A disposição estatal de produzir cidadãos bajuladores, desde a infância, é uma praga, com manifestações clínicas maiores em governos mais tirânicos.

    No Brasil, a Câmara dos Deputados está promovendo um concurso para premiar crianças e adolescentes com idades entre 9 e 14 anos que escrevam o melhor roteiro de radionovela sobre o tema “Gênero”.

    O objetivo é incentivar crianças e adolescentes a questionar a “tradição” de se considerar certas atividades como tipicamente masculinas e outras como exclusivamente femininas. Se você pensou que brincar de boneca é só para meninas e brincar de carrinho é só para meninos, o governo se incumbiu de jogar muitas dúvidas na mente das crianças.

    Para eliminar, desde cedo, as diferenças entre o sexo masculino e feminino, o governo tem investido em campanhas anti-“bullying”. Com o concurso da Câmara, espera-se que alunos que já absorveram essa campanha e as mensagens das novelas possam expressar em suas próprias palavras suas críticas aos papéis sexuais tradicionais. O site da Câmara mostra também que o fato de que existem crianças que ainda trazem esses papéis, aprendidos no lar, é “motivo de preocupação entre os especialistas da Organização das Nações Unidas… do Comitê para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres”, os quais querem reeducar as crianças do mundo inteiro a ver os papéis masculinos e femininos como invenção social.

    Na União Soviética e na Alemanha nazista, as campanhas de doutrinação para as crianças atingiam toda a sociedade, e se os pais tentassem proteger os filhos, eles eram denunciados e acusados. No Brasil de tirania ideológica gay, os pais olham o próprio governo fazendo lavagem cerebral em seus filhos, sem nada poderem fazer. Governo e mídia andam de braços dados para impor a doutrinação gay das crianças.

    Conselhos Tutelares, que se autointitulam de “protetores das crianças”, desprezam os clamores dos pais contra os abusos do governo na educação das crianças, que estão à mercê da doutrinação gay promovida nas escolas e meios de comunicação.

    É a sociedade da lavagem cerebral, onde crianças treinadas para bajular os valores estatais são premiadas. Essas crianças brasileiras agora juntam-se às pobres crianças alemães e soviéticas premiadas por nazistas e comunistas, num jogo ideológico cósmico pela deformação de mentes e corações.

    A tendência de misturar os papéis masculinos e femininos está em moda na sociedade atual.

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  4. Anónimo7.6.12

    O que leva alguém a beber? Ou a fumar? Ou a drogar-se? Ou a ter sexo arriscando a concepção de um filho? Ou...etc., etc.

    Sugestão psicológica. Estímulo artificial do desejo. Somos bombardeados dia e noite com imagens que sugestionam práticas desregradas, e que nos querem levar a imitá-las, convencendo-nos de que são a normalidade. E quando toda a gente cai na esparrela e realmente imita...então passa a constituir a nova "normalidade", como se sempre tivesse sido assim.

    Somos levados a imitar aquilo em que nos querem tornar. Querem moldar o nosso sistema de valores consoante a direcção em que nos pretendem levar e controlar, e consoante o dinheiro que ganham.

    Eu acho que o verdadeiro remédio está na prevenção...transmitir valores logo desde miúdo/a ao/à filha, e ensiná-lo/a a não cair no seguidismo...o mesmo vale para todos os outros itens.

    No caso concreto da homossexualidade, é porque, se a sexualidade é realmente uma orientação, não ensinaram o princípio que a deve orientar: gostar do sexo oposto.

    E também tudo passa, neste caso, pelo campo religioso, como Marcelo demonstra...se há coisa de que a elite nos pretende afastar é da Bíblia. E claro que aqui também há muita agenda gay a promover, e muita publicidade. E claro que, desta maneira, também se pode tranformar a homossexualidade numa moda.

    Agora, até se põem a dizer que é evolução de mentalidades, e que o futuro é sermos todos bissexuais...e os heterossexuais é que seriam os preconceituosos, nesse caso.

    Até já há bebidas que incluem sémen humano (que desrespeito a tudo o que decente), e dizem que não é coisa de homossexual bebê-la, se se fôr homem! Incrível...

    (bem...quanto a isto, também há remédios para a memória que incluem sémen de peixe...não sei até que ponto podemos discutir sobre isto...)

    Há um triste paradoxo na política: a direita parte de princípios cristãos, mas a sua política só causa exploração; a esquerda defende o ser humano, mas sem os princípios cristãos necessários...
    E se ambas foram radicais...só causam sofrimento. Todos querem impor a sua própria verdade, serem deuses por si mesmos.

    Há algures neste blog um post que dá a perceber que é possível ter princípios cristãos e ser comunista. Dá para cumprir os princípios cristãos perfeitamente, e pacificamente, sem precisar de andar a meter gente em campos de concentração sob ameaça de metralhadoras.

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  5. Anónimo7.6.12

    Eu não brincava nem com carros, nem com bonecas...brincava com legos, que metem as duas coisas...e sou heterossexual.

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  6. Anónimo7.6.12

    Max, "homossexualidade" está mal escrito, você trocou o "u" com o "a".

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  7. Anónimo7.6.12

    O casamento para ser devidamente considerado como casamento, tem que ser heterossexual e monógamo. Filhos adoptados por "casais" gay não deveria ser permitido, pois só servirá para inculcar "valores" gay na criança, o que deve ser indesejável.

    Curiosidade: para quem não sabe inglês, gay não quer dizer homossexual, quer dizer alegre...
    Pois, tem a ver, é tudo uma "alegria" não ter que se preocupar com valores cristãos e decidir o que se quiser.

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  8. Anónimo7.6.12

    É estranho so gays quererem o casamento. Visto que o casamento é uma união matrimonial de tradição religiosa entre homem e mulher. E a grande parte dos homossexuais é contra a religião e o cristianismo.

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  9. Anónimo7.6.12

    Marcelo, não confunda "redenção" com "rendição"...

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  10. Anónimo7.6.12

    Também é errado quando os gays argumentam que no mundo animal é normal o homossexualismo e por isso deveria ser assim com nós humanos. Porém o que eles não falam é que nos animais também é normal a pedofilia e o incesto.

    Por isso, não somos animais!!

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  11. Anónimo7.6.12

    Daqui a bocado vêm os gajos todos do PS e do BE, de pau de marmeleiro na mão, a querer dar um atesto de porrada a toda a gente, com aquilo que estamos aqui a discutir....eheheheheh.

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  12. Anónimo7.6.12

    Exemplo a ter em conta: Manuel Luís Goucha, homossexual assumido, foi se calhar o único homossexual que se manifestou contra o casamento gay. Fez um contrato com o "parceiro" dele para a partilha de bens, mas que está muito longe de um contrato de casamento.

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  13. Não falo nada, por enquanto só observo.

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  14. Marcelo7.6.12

    já existem (pasmem!) organizações em defesas dos assexuados. Essas organizações têm por objetivo informar as pessoas sobre o que é ser assexuado, lutar contra a discriminação (!) que existe contra os assexuados e formar uma rede de apoio em que outros assexuados enrustidos possam “sair do armário” (ou, talvez, manter-se em suas calças) sem pressões nem problemas.


    Onde reside o problema? Toda essa instrumentalização conduz, inevitavelmente, para os cofres públicos. Assim como centenas de organizações LGBT têm dedicado suas existências a auferir suas verbas do Estado – ou seja, de toda a sociedade, uma vez que o Estado não tem, por si mesmo, dinheiro algum –, não é exagerado supor que, num futuro mais-do-que-próximo, teremos ONGs que lutarão pelos direitos dos assexuados, que exigirão tratamento especializado no sistema de saúde, que demandarão legislação específica para proteger seus interesses e que, evidentemente, terão suas próprias tetas da Mãe-Estado nas quais haverão de se fartar despreocupadamente.


    A tática da fragmentação social em grupos antagônicos, todos digladiando-se por terem guarida do Estado e por terem sustentadas suas pretensões (às quais dão o singelo e mutilado nome de “direitos”) tem um objetivo claro: o enfraquecimento da tessitura sócio-cultural para a instalação de um regime supranacional. Evidências há, e aos montes: a atuação constante e diligente de organizações internacionais – como a Fundação Ford, a Fundação Rockfeller, a Organização das Nações Unidas, a UNESCO e a OMS – e nacionais – associações feministas, gayzistas e militantes de toda sorte, atuando dentro e fora dos ambientes institucionalizados brasileiros (sobretudo as universidades) com apoio material e financeiro daquelas mesmas organizações internacionais já citadas. Instrumentalizar o assexualismo (!) como uma bandeira social, cultural e política é do mais alto interesse para as organizações globalistas. Não é à toa que havia uma ala de assexuados na última Parada Gay de San Francisco.


    A distorção criada por esse pensamento é o que, por exemplo, levou à estapafúrdia decisão do Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul em retirar todos os crucifixos dos prédios do judiciário gaúcho a pedido da Liga Brasileira de Lésbicas (LBL). O falso discurso de proteção às minorias gerou a agressão a um símbolo que, mais do que um sinal material de um credo religioso, é um objeto central na própria cultura brasileira. Como lembrou Paulo Brossard em seu artigo ao jornal Zero Hora:


    Em todas as salas onde existe a figura de Cristo, é sempre como o injustiçado que aparece, e nunca em outra postura, fosse nas bodas de Caná, entre os sacerdotes no templo, ou com seus discípulos na ceia que Leonardo Da Vinci imortalizou. No seu artigo “O justo e a justiça política”, publicado na Sexta-feira Santa de 1899, Rui Barbosa salienta que “por seis julgamentos passou Cristo, três às mãos dos judeus, três às dos romanos, e em nenhum teve um juiz”… e, adiante, “não há tribunais, que bastem, para abrigar o direito, quando o dever se ausenta da consciência dos magistrados”. Em todas as fases do processo, ocorreu sempre a preterição das formalidades legais. Em outras palavras, o processo, do início ao fim, infringiu o que em linguagem atual se denomina o devido processo legal. O crucifixo está nos tribunais não porque Jesus fosse uma divindade, mas porque foi vítima da maior das falsidades de justiça pervertida.

    Não se espantem, pois, se em breve alguma LBA (Liga Brasileira dos Assexuados) começar a emitir panfletos, divulgar vídeos malfeitos, espalhar discursos inflamados e exigir, a expensas de toda a população, dinheiro público para financiar suas atividades. Lembremos, hoje e sempre, daquelas sábias palavras do economista francês Frédéric Bastiat: “O Estado é a grande ficção na qual todos querem viver às custas de todos.”

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  15. Anónimo7.6.12

    Ilham disse: acredito que a homossexualidade não é uma opção. A pessoa já nasce homossexual e, como todo ser humano deve ser respeitado em sua dignidade. Naturalmente, todos os direitos de cidadania devem ser-lhe assegurados
    Mas, o que não concordo é que o fato de ser homossexual faça com que alguém tenha ter privilégios (aqui no Brasil já falam em cotas em universidades, concursos públicos etc)e nem sirvam de modelos para a juventude.As nossas famigeradas novelas têm em suas histórias, pelo menos uns quatro personagens homossexuais.O mundo da moda e publicidade exalta a homossexualidade.Enfim... parece que o mundo está de ponta cabeça.
    Quanto ao aborto, o movimento feminista o apresenta como se fosse a panacéia universal.Parece até que ainda não foi descoberta a pílula anticoncepcional. É porque vivemos num tempo em que ninguém quer arcar com seus atos. As "pobres meninas " que engravidam, ou melhor , seria dizer as irresponsáveisque engravidam devem , segundo as feministas terem o direito de abortar e o Estado deve pagar pelo aborto.

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  16. Anónimo7.6.12

    Há de se compreender uma questão que não parece muito óbvia: os chamados "movimentos sociais" de cunho feminista, homossexual ou negro são organizações de massa criadas pelo Partido Comunista. A diferença é que se inverteu o culto grupal de classe do marxismo clássico, para o culto da raça, do sexo, da sexualidade ou de qualquer outro conceito arrebanhador. A esquerda revolucionária mudou o foco da questão. A luta de classes é agora transformada em luta de raças, de sexos, de comportamentos sexuais, enfim, de qualquer coisa. Eles guardam todo o sentido de seita religiosa, mesclado com o narcisismo coletivo de suas características particulares. E como é inevitável, a homossexualidade é um elemento fortíssimo na mensagem traduzida nas exigências destes grupos.

    Quando o movimento gay exige leis "anti-homofóbicas" para tenta criminalizar qualquer crítica contra a conduta homossexual ou mesmo criminalizar os sentimentos e pensamentos cristãos da comunidade, ele está querendo ditar idéias, palavras do imaginário e princípios éticos. Ou seja, se qualquer crítica a homossexualidade pode causar sanções penais aos seus críticos, o inverso não é verdadeiro: os homossexuais podem destruir os modelos familiares vigentes, inverter os padrões sexuais da sociedade e transformar a homossexualidade num culto sacralizado. Contudo, o movimento homossexual não se limita a isso: a destruição dos padrões saudáveis da heterossexualidade demanda também a exigência de "direitos sexuais" sobre os menores. Em outras palavras, o movimento homossexual reivindica o direito à pedofilia.

    É curioso que essas turmas de indivíduos loucos falem de seus esquemas grupais em nome de defender as "diferenças", a "diversidade sexual" ou "racial" e outras tolices propagandísticas, quando, na prática, são incapazes de aceitar as dissidências dentro do seu próprio meio. A feminista radical não aceita a mulher não-feminista; o movimento negro não tolera o negro ou pardo que se recusa a se "vitimizar" e culpar os brancos de todas as misérias; por vezes, os pardos são até rejeitados por não serem suficientemente negros; e o movimento homossexual rejeita, denuncia ou tenta destruir reputações de homossexuais que não aderem ao movimento, usando dos mesmos "preconceitos" da sociedade para difamá-los. Não se está querendo dizer aqui que o componente homossexual seja o elemento central desses grupos. Na verdade, o componente central da organização revolucionária é a completa distorção do sentido de compreender a realidade tal como ela é.

    A ditadura politicamente correta imposta sobre os meios culturais perverte a capacidade de expressão e raciocínio das pessoas, patrulha-as, molda-as, imbeciliza-as. A queda dos padrões de qualidade do discurso das universidades, da imprensa e dos meios culturais é visível a notória. Há uma esquizofrenia retórica em que, no geral, as pessoas são obrigadas a falar algo que não vivenciam, não acreditam, não concordam, mas que são obrigadas a repetir, medrosas que são das chantagens psicológicas desses grupelhos revolucionários. É o mesmo fenômeno que ocorria na União Soviética e em demais países totalitários: as pessoas são obrigadas a enganar os seus sentidos, sua percepção da realidade, para anularem suas consciências e repetirem as mentiras do Partido único.

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  17. Anónimo7.6.12

    Há de se compreender uma questão que não parece muito óbvia: os chamados "movimentos sociais" de cunho feminista, homossexual ou negro são organizações de massa criadas pelo Partido Comunista. A diferença é que se inverteu o culto grupal de classe do marxismo clássico, para o culto da raça, do sexo, da sexualidade ou de qualquer outro conceito arrebanhador. A esquerda revolucionária mudou o foco da questão. A luta de classes é agora transformada em luta de raças, de sexos, de comportamentos sexuais, enfim, de qualquer coisa. Eles guardam todo o sentido de seita religiosa, mesclado com o narcisismo coletivo de suas características particulares. E como é inevitável, a homossexualidade é um elemento fortíssimo na mensagem traduzida nas exigências destes grupos.

    Quando o movimento gay exige leis "anti-homofóbicas" para tenta criminalizar qualquer crítica contra a conduta homossexual ou mesmo criminalizar os sentimentos e pensamentos cristãos da comunidade, ele está querendo ditar idéias, palavras do imaginário e princípios éticos. Ou seja, se qualquer crítica a homossexualidade pode causar sanções penais aos seus críticos, o inverso não é verdadeiro: os homossexuais podem destruir os modelos familiares vigentes, inverter os padrões sexuais da sociedade e transformar a homossexualidade num culto sacralizado. Contudo, o movimento homossexual não se limita a isso: a destruição dos padrões saudáveis da heterossexualidade demanda também a exigência de "direitos sexuais" sobre os menores. Em outras palavras, o movimento homossexual reivindica o direito à pedofilia.

    É curioso que essas turmas de indivíduos loucos falem de seus esquemas grupais em nome de defender as "diferenças", a "diversidade sexual" ou "racial" e outras tolices propagandísticas, quando, na prática, são incapazes de aceitar as dissidências dentro do seu próprio meio. A feminista radical não aceita a mulher não-feminista; o movimento negro não tolera o negro ou pardo que se recusa a se "vitimizar" e culpar os brancos de todas as misérias; por vezes, os pardos são até rejeitados por não serem suficientemente negros; e o movimento homossexual rejeita, denuncia ou tenta destruir reputações de homossexuais que não aderem ao movimento, usando dos mesmos "preconceitos" da sociedade para difamá-los. Não se está querendo dizer aqui que o componente homossexual seja o elemento central desses grupos. Na verdade, o componente central da organização revolucionária é a completa distorção do sentido de compreender a realidade tal como ela é.

    A ditadura politicamente correta imposta sobre os meios culturais perverte a capacidade de expressão e raciocínio das pessoas, patrulha-as, molda-as, imbeciliza-as. A queda dos padrões de qualidade do discurso das universidades, da imprensa e dos meios culturais é visível a notória. Há uma esquizofrenia retórica em que, no geral, as pessoas são obrigadas a falar algo que não vivenciam, não acreditam, não concordam, mas que são obrigadas a repetir, medrosas que são das chantagens psicológicas desses grupelhos revolucionários. É o mesmo fenômeno que ocorria na União Soviética e em demais países totalitários: as pessoas são obrigadas a enganar os seus sentidos, sua percepção da realidade, para anularem suas consciências e repetirem as mentiras do Partido único.

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  18. Anónimo7.6.12

    Os homossexuais são perseguidos em Cuba e no Irã; no entanto, qual movimento homossexual se preocupa com isso? As feministas protestam contra o modo de vida do mundo islâmico? E os militantes negros já se preocuparam com a situação dos seus similares africanos sob o tacape de ditaduras tribais e corruptas, além de genocidas? Ah sim, a maldade humana é monopólio da cultural ocidental, da raça branca, dos machos e dos heterossexuais!

    A cultura politicamente correta é uma reprodução, sob uma versão nova, sofisticada e dinamizada, da ideologização totalitária que ocorreu nos sistemas ditatoriais controlados pelos partidos comunistas. Essa intoxicação ideológica, atualmente, domina os centros culturais em nossa democracia. A esquerda hoje trabalha na esfera CULTURAL e não mais tanto na política ou militarmente. Estão infiltrados na cultura para influenciar os pensamentos e as mentalidades das pessoas.

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  19. Amigos.
    Comentários vão, comentários vêm... E a "ficha" da conspiração da casa grande contra a humanidade senzalada não cai...Todas as mazelas humanas são programas em memórias ancestrais "inoculadas" em nossos subconscientes pela casa grande escravista.
    Não há possibilidade de respostas lúcidas para todas as mazelas em questão propostas pelo Exmo. Sr. Ministro do governo luso-brasileiro liderado pelo Partido da Informação Incorrecta, partindo das falsas premissas defendidas por doutrinações em nossos HDs, milenarmente repetentes e aprimoradas, se não modificarmos a maneira de olhar o tabuleiro deste jogo macabro.
    Como já disse em outras participações, sem nos darmos conta que esta "Torre de Babel" (leia-se Baal, ao qual a psicopata casa grande cultua) que acreditamos estar construindo para o "nosso bem" não passa de mais um programa engendrado pela mesma casa grande que nos escraviza e agora quer nos reduzir para melhor nos administrar, nada de real frutificará.
    Cegos e surdos para esta conspiração emm curso, estamos fazendo exatamente o caminho que eles traçaram para levar-nos em direção ao abismo do extermínio fratricida. Desse modo, concluiremos muito em breve, a custa de nossa ingenuidade e covardia, a AVENIDA NAZI SIONISTA por onde passarão os tanques e as tropas armadas até os dentes com seu "charmoso" passo de ganso sobre os cadáveres de todos nós.
    Várias frentes contra a humanidade estão em progresso neste momento; política vende pátria, drogas, homossexualismo & pedofilia, religiões e seitas de todos os arcoiris, vacinações em massa, chemtrails, câmeras onipresentes, golpes de estado "humanitários", colapso do sistema econômico financeiro, etc, etc, etc.
    Sei que não é fácil sair da caixa e montar o panorama global da demolição perpetrada de todas as maneiras possíveis inimagináveis. Extermínio e ocupação, sempre em nome da lei, leis que ELES propõem via TERROR e nós aprovamos pensando em nos salvar.
    Os USA seguem sendo demolidos pelos próprios "governantes" (gangsters na gerência do poder) desde o assassinato de Kenedy. Está no "script" que; colocando o gigante de joelhos o resto do planeta é moleza... Grécia é só um treino de aquecimento. Lembrai-vos do Haiti, Chile, Honduras, Líbia, Iraque, a lista não tem fim.
    Tudo isto e outras tantas hollywoodianas barbaridade continuamos, infantilizadamente, arrastando desde muito antes do século passado e suas grandes guerras de extermínio e depopulação e redemarcação das senzalas, enquanto brincamos distraídos com nossos umbigos lotados de inutilidades eruditas, ilusória intelectualidade e arrogância.
    Milhões de caixões para mais de tres cadáveres estão estocados em todo os EUA. Caixão de defunto não tem gaveta e mortalha não tem bolso, e com o caracter e os princípios não se brinca nem se negocia.
    Sinto muito, sou grato.

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  20. Anónimo7.6.12

    Em 1990, a Revista de Homossexualidade publicou uma edição dupla dedicada ao sexo entre adultos e crianças intitulada “Intimidade Intergeracional”. David Thorstad, ex-presidente da Aliança de Ativistas Gays de Nova Iorque e membro fundador da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (conhecida pela sigla em inglês NAMBLA: North American Man/Boy Love Association), escreve que “o amor por meninos ocorre em todas as vizinhanças hoje”. O movimento [de amor entre homens e meninos] continua, mas tornou-se clandestino desde que a NAMBLA se achou envolvida numa encrenca de 200 milhões de dólares devido a uma ação legal de direitos civis por causa de uma morte por negligência. A ação foi iniciada no Tribunal Regional Federal de Boston e afirma que os artigos no site da NAMBLA fizeram com que Charles Jaynes, membro da NAMBLA, torturasse, estuprasse e matasse um menino de 10 anos da cidade de Boston.

    Não muito tempo atrás, os pedófilos pós-modernos receberam ajuda, para enfraquecer a definição de suas perversões, do Conselho Federal de Psicologia dos Estados Unidos (American Psychological Association). Em 1998, o CFP publicou um artigo em seu Boletim Psicológico que concluía que o abuso sexual contra crianças não provoca danos. Os autores recomendaram que a pedofilia deveria em vez disso ser tratada com um termo neutro como “sexo entre adultos e crianças”. A NAMBLA rapidamente postou a “boa notícia” em seu site, declarando que “a atual guerra contra os amantes de meninos não tem base na ciência”.

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  21. Anónimo7.6.12

    Eu sou Iriel. Do Movimento do Taleban Cristão.
    Eu defendo valores estritamente baseados na leitura fidedigna da Bíblia e defendo valores régios como PÁTRIA,FAMÍLIA e PROPRIEDADE. Temos que criar ao modo afegão o poderoso Ministério da Propagação das Virtudes e do Combate aos vícios, para debater democraticamente essa questão.Mas não tenho nada contra eles. Vocês tem?
    Não quero debater isso jamais....

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  22. Eu estava convencido de que este blogue só era frequentado por gente decente. Afinal, parece que vem cá parar toda a espécie de fanáticos e atrasados culturais, com a cabeça cheia de preconceitos e que acham que a sexualidade deles e os estilo de vida deles é melhor do que a dos outros. Engoliram por inteiro a cassete de certos lunáticos pseudo-alternativos e julgam-se radicais, quando não passam duns proto-fascistas de merda, saídos sabe-se lá de que caverna. Vocês, meus lindinhos, são tão alternativos como a Sarah Palin e mais ridículos do que o Cristiano Ronaldo.

    E é claro que nem perco tempo a rebater os pseudo-argumentos desta ralé, porque basta ver o discurso deles para perceber que já têm a cabeça cheia de "certezas" irracionais, e uma das coisas que a vida me ensinou é que tentar convencer crentes é completamente inútil. Marcelo, anónimo, a internet está cheia de informação válida e valiosa, mas parece que vocês só conseguem dar com o lixo. Então, façam um favor a vocês próprios e ao mundo: larguem a internet e entrem numa biblioteca, ou daqui a nada têm o cérebro tão apodrecido que ninguém se consegue chegar à vossa beira.

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  23. Respondendo agora ao post do Max.
    A homossexualidade não é um problema social. E só é um problema individual porque a sociedade está cheia de grunhos que se guiam por manuais tão retrógados e cavernícolas como a Bíblia ou o Corão. Discutir a "legitmidade" ou os direitos dos homossexuais é tão absurdo como seria discutir a legitimidade ou os direitos dos louros, dos vegetarianos, dos altos, dos baixos ou dos que gostam de arroz de coentros. Eu detesto coentros, mas só se fosse atrasado mental é que exigiria a proibição dos coentros.
    O que cada um faz ou não faz com o seu corpo, sem forçar a vontade de terceiros, só a ele diz respeito e ninguém tem nada com isso. Fim de discussão.

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  24. Anónimo8.6.12

    Fim de discussão o tanas, JMS!

    "tentar convencer crentes é completamente inútil"

    talvez você é que precisasse de ser convertido...

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  25. Anónimo8.6.12

    E vá insultar o raio que o parta!

    "Vocês, meus lindinhos, são tão alternativos como a Sarah Palin e mais ridículos do que o Cristiano Ronaldo."?

    Você deve ser, então, é tão mainstream como o Adam Lambert e a Lady GaGa, nesse caso...que não são exemplos de coisa nenhuma.

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  26. Anónimo8.6.12

    JMS, você pensa exactamente como a elite quer que se pense. Não lhe vou dar os meus parabéns, tal seria cínico da minha parte.

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  27. Anónimo8.6.12

    "Os homossexuais devem ser perseguidos legalmente?"

    É pá, depende da maneira como você interpreta a palavra "perseguidos"...pelo menos não deviam ser "favorecidos" da maneira que têm vindo a ser...que é só implementação da já várias vezes citada agenda gay.
    o Brasil, então, pelo que leio (e li, aqui), é o descalabro...um menino de escola corre o risco de chegar a casa e dizer aos pais que quer ser gay porque a professora disse que era bom...

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  28. Marcelo8.6.12

    Em função do trabalho de "mudança de mentalidade" promovido pelas esquerdas, os brasileiros estão cegos para os atos do governo e para o rumo que eles apontam. É a opinião do cientista político Pedro Henrique Chaves Antero. Segundo ele, esse serviço foi efetuado por meio da imprensa, da universidade e da igreja. "Lamento que haja muitas pessoas de boa intenção sendo levadas a reboque dessa doutrinação", diz Antero, que discorreu sobre política e eleições na seguinte entrevista ao jornal O Estado.

    JMS
    Todo este seu modo de pensdar é uma decorrência de um trabalho longo e profícuo das esquerdas no sentido de mudar a mentalidade das pessoas, através de canais subterrâneos na imprensa, na igreja, em algumas áreas militares e na população civil em geral. Nas universidades nem se fala. A universidade, desde aquela época, já era intoxicada pelas idéias de esquerda. Mas os outros segmentos da sociedade eram mais livres, mais independentes. Hoje, porém, todos estão doutrinados pela teoria do Antonio Gramsci, segundo a qual a tomada do poder pela esquerda para o estabelecimento da ditadura não é feita de modo violento, através de revolução, é feita através dos meios democráticos existentes. De quais meios nós dispomos aqui? De eleições livres, democráticas entre aspas. Mas, com maioria no Senado e na Câmara, eles poderão facilmente baixar todas as leis necessárias para se tornarem um governo ditatorial. Lamento que haja muitas pessoas de boa intenção, que realmente não gostariam de viver num regime de partido único, sendo levadas a reboque dessa doutrinação.

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  29. Anónimo8.6.12

    Ei, gente...não confundam assexualidade com abstinência. Uma coisa não quer dizer a outra. Assexualidade quer dizer uma orientação sexual que se traduz na própria anulação da sexualidade. Abstinência é ter orientação sexual, mas não exercer a sexualidade de modo activo.

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  30. Anónimo8.6.12

    http://portugues.christianpost.com/news/russia-proibe-manifestacoes-gays-pelos-proximos-100-anos-11595/

    O Putin bem tinha expressado vontade de afirmar a Rússia como nação Cristã. Até aqui tudo bem. Mas vindo dele...não sei em que é que isto vai resultar.

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  31. Dramatic8.6.12

    Nossa!!
    QUANTA COISAAAA!
    É muita informação, vou ter que tirar uma folga pra ler tudo isso, mais os outros tópicos!

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  32. Anónimo9.6.12

    Próximo post Max, por favor:

    A flatulência de ruminantes e a discrepância metereológica

    ou

    A liberdade de expressão e a problemática de manusear malas sem alça e sem rodinha.

    Marcelo J.

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  33. Anónimo9.6.12

    Meu deus o II ta cheio de far rights! nao pensava que estes perambulavam por aqui.

    Cara, heteros, homos e assexuados podem viver em paz. homossexual cristao nao eh paradoxal. pedofilia envenena a mente. e nos valores cristaos incluo principalmente a tolerancia e o perdao.

    Tony (sempre por aqui.)

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  34. Anónimo10.6.12

    far rights?

    ó amigo, aqui ninguém quer ver gente metida em campos de concentração, que não somos nazis...

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  35. Embora um pouco fora de tempo...

    Pergunta 1:
    Acho que é uma condição natural.

    Pergunta 2:
    Não. Direitos e deveres iguais para todas as pessoas.

    Pergunta 3:
    Não, senão também deviam ser permitidos casamentos de outros géneros de tendências afetivas e/ou sexuais, tipo um homem com mais de uma mulher ou vice-versa.

    Pergunta 4:
    Não, para evitar problemas traumáticos e sevicias físicas das crianças; se já acontece o que acontece a miúdos serem ostracizados ou pior na escola e não só, tendo pais heterossexuais, com pais homossexuais as situações críticas seriam sem dúvida potencializadas. Agora, como a questão de não se ser casado(a) não é impeditiva para se adotar, uma pessoa homossexual pode adotar, não sendo casado(a)… Aí muito depende realmente da cabecinha com que o pai ou mãe o souber educar, e de muitas outras circunstâncias… É difícil avaliar as consequências, podia escrever que não me parece uma situação aconselhável, na grosseira sociedade atual, mas também posso estar errado.

    Pergunta 5:
    Não tenho filhos, nunca quis ter nem quero vir a ter.

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