06 dezembro 2012

Contra-ordem: o aspartame faz bem

Lembram-se do artigo Aspartame e câncer: as provas publicado há dois dias?
O American Council on Science and Heald (ACHS) chumba a pesquisa que está na base das conclusões.

A faculdade que difundiu os dados pede publicamente desculpa por ter promovido as conclusões da investigação. O ACHS afirma que o aspartame, o adoçante artificial, é um ingrediente de cerca de 6.000 produtos, especialmente refrigerantes dietéticos, e que há centenas de estudos nos humanos e nos animais que não apresentam efeitos nocivos.

Meia hora depois da pesquisa ter aparecido no American Journal of Clinical Nutrition , o vice-presidente sénior da faculdade sediada no Brigham and Women’s Hospital apresentou um comunicado:
Após a análise dos resultados, o consenso dos nossos líderes científicos é que os dados são fracos. 
O estudo não convenceu outras revistas, tais como o Journal of the National Cancer Institute, o Journal of the American Medical Association, The Lancet e o British Medical Journal. O conselheiro do ACSH, Dr. Adam Drewnowski, professor de epidemiologia da Universidade de Washington, observa:
O American Journal of Clinical Nutrition, a principal publicação da Sociedade Americana de Nutrição, é uma das revistas de maior prestígio no campo. Não só isso, mas Walter Willett, o mais conhecido epidemiologista dos Estados Unidos, estava entre os co-autores do estudo. Deveria haver menos precipitação e mais responsabilidade na ciência.
Acrescenta a Dr. Elizabeth Whelan, do ACSH:
Isto é simplesmente embaraçoso, só ilustra perfeitamente o caminho triste que a ciência tem tomado. Grande parte da pesquisa científica, vemos que tornou-se uma agenda ideológica contra o aspartame e os adoçantes artificiais, baseada no medo dos "produtos químicos". Pode ser também observado na edição deste mês do Harvard Magazine, que traz uma reportagem sobre "Soda e Violência". É verdadeiramente triste.
E o ACSH está lançado.
O Dr. Josh Bloom:
É praticamente impossível encontrar algo mais seguro do que o aspartame. É composto por dois aminoácidos, que fazem parte da sua dieta normal de qualquer forma, além de uma pequena quantidade de metanol, muito menos do que você poderia consumir na fruta ou num sumo. A única maneira com a qual uma pessoa poderia ser prejudicada pelo aspartame é ficar atropelado pelo camihão que vai entregá-lo.

Reparem: "É praticamente impossível encontrar algo mais seguro do que o aspartame".
É bom saber isso.

Venham mais químicos portanto. É toda saúde.


Ipse dixit.

Fonte: American Council on Science and Heald

6 comentários:

  1. Anónimo6.12.12

    Agora estou muito mais descansado, posso consumir aspartame sem problemas, visto que já pediram desculpa por publicar o estudo, mais tarde irão pedir desculpa por terem feito o estudo, em quem conhece ou leu este estudo já cá não estará quando a substancia N-L-alfa-aspartil-L-fenilalanina 1-metilester for proibida, e subtituida por Éster metílico da L-α-aspartil-L-fenilalanina, que esta sim é muito melhor.

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  2. maria6.12.12

    Olá Max: há coisas que podem ser simples, e se forma toda uma complicação. Pessoalmente não me interessa se o aspartame for absolvido ou culpado por assassinatos por uma tecnologia política de poder, tal qual a ciência,que se vale de um discurso hermético para conduzir, e também de uma suposta conduta historicamente prestigiada.Se eu disponho de produtos como frutas, mel, açúcar mascavo (aquele que não sofreu branqueamento por químicos), Stevia (como bem lembrou o Max, em resposta a uma leitora, embora eu não ache de bom paladar), porque diabos que eu usaria aspartame? Porque aparece em todo lugar?Eu escolho os meus lugares. Porque falam sobre ele?Continuem falando. Porque dizem que não deixa engordar? Consume exatamente metade do que comes por dia, e pronto, emagreces de 50 a 100 gramas diariamente depois da primeira semana de desintoxicação.Sem crise. Abraços

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  3. Anónimo6.12.12

    Uma substância usada em mais de 6000 produtos, não pode fazer senão bem.

    Proibir o uso de aspartame era votar 6000 produtos para o lixo, logo, com avultados prejuízos para as grandes multinacionais, o que comparado com uns danos colaterais na saúde publica que até potenciarão uma futura venda de medicamentos para tratar esse danos, do ponto de vista económico podemos concluir que a existência do aspartame é boa para a economia.

    Por mim dispenso. Consumo, só mesmo por engano.

    abraço
    krowler

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  4. Por sorte tenho uma intolerância ou hipersensibilidade qualquer ao aspártamo (noto logo, pelo cheiro e sabor, quando uma bebida tem tal ingrediente) e não consigo ingerir bebidas que o contenham, sabe-me horrendamente.

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  5. E, enquanto isso os alérgicos vão ser ameaçados com os 6000 produtos EDULCORADOS... resta saber o quando foi pago por esta reviravolta na opinião dos pesquisadores... vou preferir os produtos mais naturais sempre que possível... afinal sabe-se que há gente que injeta glicose no papaia para que fique mais convidativo...
    mas vejam este link e pensem > http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=alimentacao-saudavel-deve-ter-como-foco-o-equilibrio-hormonal&id=4029

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  6. Olá Max e pessoal, havia me esquecido, um bando de soldados que ingeriram rações fornecidas pelo governo dos EUA com direito ao seu refrigerante preferido com aspartame... voltaram com cirrose e sintomas de alcoolismo e foram ver eles tinham taxas de álcool exagerada no corpo... mas como se não havia wiskey na ração deles? HAVIA ASPARTAME NOS ALIMENTOS E NAS BEBIDAS TIDAS COMO "NÃO ALCOOLICAS" Depois descobriram que os caminhões que entregavam as rações dos valorosos guerreiros americanos atravessavam os desertos escaldantes do oriente médio para entregar as rações... e foi neste momento que descobriram que aspartame e calor não combinam...! Portanto, não façam bolo com esse adoçante pois vão embebedar os putos na festinha.

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