14 novembro 2014

Trabalho interno

É Sexta-feira. Chove. Joga a Selecção portuguesa contra a terrível Arménia.
Eis que Informação Incorrecta propõe uma programação diferente.

É Inside Job, o documentário de Charles H.Ferguson que em 2011 ganhou o Óscar de melhor documentário. Ferguson descreve a sua obra como sendo sobre "a corrupção sistémica dos Estados Unidos pela indústria de serviços financeiros e as consequências da corrupção sistémica."

De certeza que muitos Leitores já viram Inside Job. Os outros preparem-se: são 3 horas e meio de viagem na lama mais suja do planeta. É dividido em 5 partes:
  • Parte I: Como chegamos aqui
  • Parte II: A Bolha (2001-2007)
  • Parte III: A Crise
  • Parte IV: Responsabilidade
  • Parte V: Onde estamos agora

Três horas e meio são muito? Claro que são. Mas eis a boa notícia: estão autorizados a não ver o documentário tudo duma vez só. O Leitor tem a minha pessoal autorização para ver uma parte, parar para fazer chichi, ver a segunda, parar para dormir, etc.
E depois digam que sou mau...

Dividam o documentário como quiserem, mas vejam: vale a pena.

Um agradecimento para Barbara COliveira, do qual canal Youtube foi retirada a versão legendada num bom Português do Brasil. O canal de Barbara pode ser visitado neste link.


Boa visão.


Ipse dixit.

7 comentários:

  1. Caro Max
    Vi o filme todo, como documento histórico é muito bom.
    Quanto ao nosso Portugal, não há ninguém que faça um documentário destes, só mesmo na web, é que filtramos algumas informações.
    Agora o novo escândalo é os Vistos Gold, e a participação do chefe do SIS no monitoramento de escutas na empresa que promovia os vistos.
    é somente por acaso que Paulo Macedo MinIstro do MAI, e o anão Marque Mendes são SÓCIOS desta empresa que promove os vistos gold.
    Portugal está completamente entregue á MAÇONARIA / PEDÓFILOS / GAY´S / CORRUPTOS, etc ................
    Enfim, não á nada a fazer.
    Um abraço Max, já guardei o filme em meu arquivo pessoal.

    Ramiro Lopes Andrade

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  2. Ainda não acabei de assistir, como é muito longo , tem que ser como Jack, o estripador, por partes.
    Estou adorando os #DESTAQUES.
    Posso dar uma manchete ?
    "BRASIL: EX-PRESIDENTE COLLOR, APÓS 22 ANOS DE SUA CASSAÇÃO, É CANONIZADO"

    Um abraço.

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  3. Ao final do filme é dito : "Os Homens que causaram a crise ainda estão no poder. . ."
    Isso reporta a duas coisas tendo em vista que tudo foi devidamente arquitetado com o propósito de :
    1 - manter o sistema de controle sobre os escravos, causando mais sofrimento .
    2 - ajustar o sistema devido a expansão causada pelos novos mercados (Chima e Russia)

    Quem vê apenas ganância ecônomica, vẽ apenas a menor parte do monstro, pois para os muito ricos isso nem é tão necessário .
    Gostei.

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  4. Anónimo16.11.14

    ... ainda estou a ver o filme! LOL

    Krowler

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  5. Anónimo17.11.14

    Eu assisti, quando deu 1 hora e 40 e tantos minutos...acabou e depois começou de novo somente para os telepatas, ou seja, sem som.

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  6. Chaplin17.11.14

    O mais triste de tudo é que o escravo/servo moderno é o pior de todos os tempos. O poder conseguiu produzir sociedades onde a sua auto-identificação é totalmente fundada numa hierarquia de valores definida pelos propósitos históricos deste poder. O indivíduo, ironicamente e cada vez mais, se sente, onipotente, sem limites, falsas percepções alimentadas por tecnologias que o levam, na maior parte do tempo, a vislumbrar um mundo que na realidade não existe. Só o existencialismo anárquico e elevadas doses de espiritualidade, poderá libertar verdadeiramente a atual civilização de tamanha patologia.

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  7. Anónimo17.11.14

    Sim e não, sim cada vez mais se observa o que Chaplin mencionou agora o suposto grande problema dos controladores ou o que quer que seja, vivem à custa das "classes ou castas...a m* é a mesma.
    No entanto tais indivíduos têm familia, filhos ou seja o futuro aos filhos pertencente, logo não convém deixar a coisa muito mal, mesmo depois da porcaria que deixaram.
    Se não os move nem os seus, aí a coisa fica complicada.
    Abraço
    Nuno

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