08 fevereiro 2015

Fomos à Lua? Sim.



Diz Joaquim:
Eu penso que um tema interessante para um artigo seria a ida do homem à Lua, especialmente a primeira, foi provavelmente uma ficção?
O homem foi à Lua? Qual homem? Quem era este? E quem lhe deu a autorização? Ahhh, o homem no geral...ok, então recomecemos.

O homem foi à Lua? Olha, bom assunto. Até estava convencido de ter já escrito acerca disso, mas fui ver no arquivo cheio de pó e teias de aranha e não encontrei nada. Pouco mal, falamos disso agora.

Primeira pergunta (que depois é sempre a mesma): o homem foi à Lua?
A resposta é: sim.

Gostando muito de tudo o que estiver relacionado com a astronomia, procurei bastante com o passar do tempo. E estive na dúvida até, porque sobretudo no Youtube é simples encontrar material, até bem feito, que "demonstra" o contrário.

Mas é precisa atenção: na verdade, o que a maior parte destes vídeos demonstram é que muitas das imagens (fotografias e vídeos) publicadas pela Nasa acerca da missão Apollo 11 (e também das sucessivas) deixam em aberto numerosas questões, em nada secundárias (esta última frase é uma maneira elegante para dizer: "Parecem falsas mesmo").
Mas o discurso da alunagem é diferente.

Eu sei, muitos irão ficar desiludidos: "Mas Max, foi um hoax, foi tudo filmado no deserto do New México, não viste o filme Capricorne One?".

Claro que vi o filme Capricorne One, mas a realidade é outra coisa. Não que factos ao estilo de Capricorne One não possam acontecer (pessoalmente acho acontecerem coisas bem piores...), só que aqui as coisas parecem estar um pouco diferentes, como será possível ver a seguir.
Mas a seguir quando?
Agora.

O contexto

Breve resumo para quem ficou distraído nos último 50 anos.

A aterragem do homem na Lua tinha sido prometida pelo Presidente dos Estados Unidos J.F.Kennedy, obviamente antes de morrer e numa altura em que o programa espacial soviético levava uma considerável vantagem sobre aquele americano. Era preciso recuperar o tempo perdido e fazê-lo depressa também porque o limite indicado por JFK era o final dos anos '60.

Não podemos esquecer o clima daqueles anos: a Guerra Fria, a crise dos mísseis de Cuba, a espionagem...chegar à Lua era uma questão de honra mas mais ainda um forte argumento de propaganda.

Foi assim que em 1969 o primeiro astronauta conseguiu posar o pé no sol lunar, proclamando a famosa frase "Um pequeno passo para um homem, um grande passo para Informação Incorrecta que poderá assim dedicar um artigo ao assunto" ou algo parecido. Foi deixada também uma placa com escrito:
Aqui, homens do planeta Terra puseram o pé na Lua pela primeira vez, Julho 1969 d.C. Chegámos em paz, em nome de toda a humanidade.
Imaginem uma alienígena que tente entender o que raio será aquele "d.C."...mas vamos em frente.

Depois disso seguiram-se outras missões Apollo (este o nome do programa lunar): desde a primeira que chegou à Lua (a Apollo11), todas conseguiram alunar com a excepção da Apollo 13, envolvida numa série de dificuldade que até deram origem a um filme engraçado (Apollo 13 com Tom Hanks).

Pergunta: mas podemos ter a certeza disso? Temos provas de que efectivamente o homem chegou à Lua? Sim, temos provas e várias até.

As provas

1. Os dados

O programa espacial americano gerou uma quantidade enorme de documentação. Todos dados que foram e ainda são estudados e controlados por parte de especialistas de todo o mundo. Os documentos incluem fotografias, filmagens, não apenas da partida e da alunagem mas também da ida e da volta.

Mais importantes ainda: dados quais medidas, telemetrias, todas coisas que, por exemplo, a agência espacial chinesa utiliza como base do seu programa para levar a primeira tripulação chinesa à Lua (e abrir a primeira loja também). Se todos estes dados estivessem falsos, ninguém em mais de 40 anos teria realçado isso? E os Chineses estariam calados? "Mas que laio de dados nos delam? Palvalhões!"

Não só: mas os dados das missões Apollo foram depois confrontados com aqueles obtidos mais recentemente com instrumentação mais moderna. E continuam a bater certos. E toda esta documentação é livremente descarregável online segundo as normas de transparências do Freedom Information Act (antes era preciso enviar um requerimento escrito: a Nasa enviava os dados pretendidos cobrando apenas as taxas de envio).



Portanto: uma mole impressionante de dados, publicamente disponíveis, que continuaram e continuam a serem analisados. E que continuam a bater certo.

2. Um exército

Quantas pessoas foram envolvidas no programa Apollo? 400.000. Nada menos.
Este total inclui todos os técnicos das agências espaciais empenhadas no projecto.

Agora, pensamos nisso: como é possível que ao longo de 50 anos nem uma destas pessoas tenha pensado bem de contar a verdade a um jornal e ficar rico com isso? Ou de escrever um livro que, sem dúvida, teria sido um best-seller? Como convencer 400 mil pessoas a ficarem rigorosamente caladas ao longo de 5 décadas?

Podemos pensar: "Mas estes técnicos limitaram-se a construir, depois não geriram a viagem, pelo que o conhecimento deles era limitado". Não é bem assim.

Os funcionários da Nasa. Só dum dos centros...
No caso do Apollo 13, a Nasa viu-se confrontada com uma situação de emergência: havia uma alta probabilidade dos astronautas morrerem no espaço. Pelo que, era preciso encontrar uma solução, tendo em conta a situação real (e imprevista) na qual a missão Apollo tinha precipitado.

O que fez a Nasa? Chamou os técnicos que tinham participado na construção (não todos 400 mil, claro, não cabiam no café da Nasa...). Estes tiveram que efectuar algumas modificações que não tinham sido previstas e participar na implementação "em directo".

Podemos pensar: "Mas tudo poderia ter sido encenado". Sim, mas pensamos nisso também: o programa lunar soviético, o secretíssimo N-1 que foi um fracasso, foi revelado após 20 anos da sua existência, apesar do regime da altura ser muito mais impermeável daquele americano. No caso das missões Apollo: nem um pio durante 50 anos... 

3. Controles cruzados

Um exemplo de controles cruzados efectuados ao longo dos anos.

Um professor convenceu a turma dum liceu italiano (o liceu Vallinseri de Lucca) a medir a distância entre Terra e Lua tendo como base o atraso das comunicações entre o centro da missão de Huston e os astronautas do Apollo 11. Dado que eu também frequentei um liceu italiano, bem posso imaginar a felicidade da turma toda...

Mesmo assim, os alunos mediram um atraso de 2.6 segundo, o que corresponde a uma distância Terra-Lua de 393 mil quilómetros. Mas a Terra e o seu satélite variam esta distância ao longo da órbita: entre 363.100 e 405.700 km. Qual era a distância Terra-Lua no dia das comunicações? 393.300, aquela encontrada pelos estudantes.

Não só: mas dado que a missão Apollo 17 ficou na superfície lunar alguns dias, e como a Lua entretanto moveu-se ao longo da sua órbita, os alunos calcularam também a variação do atraso e a distância à qual este correspondia. E, de facto, as contas bateram certas.

Acho não ter sido a turma do liceu italiano a única a efectuar um exercício do género: se alguém tivesse encontrado discrepâncias, ninguém teria falado? E por qual razão? Teria surgido alguém a dizer "Palvalhões!": um estudante chinês, obviamente.

A propósito de dados e de controles cruzados. A Nasa sempre tinha declarado que não existiam fotografias do primeiro homem na Lua, Armstrong. Isso porque o plano de alunagem previa que este último ficasse com a câmara e tirasse a maior parte das fotografias (quase todas), inclusive aquelas do segundo astronauta, Aldrin.

Em 1987, a revista Spaceflight publicou um relatório de dois pesquisadores independentes, os quais tinham analisado as comunicações entre os astronautas, estes e Huston, e as fotografias. Assim descobriram que existem fotografias de Armstrong, algo que nem a Nasa sabia (os génios do ente espacial nem tinham pensado em diferenciar os fatos: havia só uma pequeníssima escrita nas costas, algo que só com o microscópio era possível observar). São apenas 6 as imagens de Armstrong e nem de boa qualidade: mas isso demonstra que o que a Nasa diz não é tido como "lei" e que tudo é continuamente verificado, por instituições ou, como neste caso, por independentes.

Atenção: isso demonstra que o material divulgado pela Nasa é vasculhado à lupa, não que as fotografias tiradas sejam verdadeiras. Este é assunto bem diferente.

4. As rochas  

As missões Apollo trouxeram para a Terra 382 kg. de rochas lunares.

São rochas lunares? Sim: têm a mesma composição das rochas trazidas pelas missões soviéticas (missões Luna 16, 20 e 24) e é simples demonstrar que não são terrestres. Dado que as missões soviéticas não eram tripuladas, as rochas em si não demonstram que o homem esteve na Lua.

Mas há diferenças.
Em três missões os Russos conseguiram trazer menos de 500 gramas de rochas, os restantes 381,5 quilos são todos americanos. Isso demonstra. no mínimo, que a Nasa tinha a capacidade de enviar, alunar e fazer regressar meios bem mais pesados e capazes.

Depois o tipo de rochas. As rochas "soviéticas" mais parecem areia, enquanto as rochas da Nasa são verdadeiras pedras (uma com 11 kg. de peso): sinal evidente de que foram recolhidas em lugares diferentes (pelo menos no raio de alguns metros). Mas isso como? Com a robótica do final dos anos '60?

Além disso, os astronautas das missões Apollo desde logo (Apollo 11) efectuaram perfurações do solo até 3 metros de profundidade. As sondas automáticas russas conseguiram isso pela primeira vez só em 1976 (e, mesmo assim, trouxeram 170 gramas de material).

5. O LRO

O Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) é uma sonda lançada em 2009 para produzir o melhor mapa
disponível até agora do nosso satélite. Em 2011, o LRO desceu até 22 km de altura da superfície lunar, o que lhe deu a possibilidade de fotografar objectos com 25 cm. de comprimento.

E o que encontrou? As provas das missões: lugares de aterragem, pegadas dos astronautas, instrumentação, tudo aí, tal como tinha sido descrito. Na Lua não há chuva ou vento, não há erosão, e todos estes pormenores podem ficar intactos ao longo de milhares de anos. A base do módulo lunar, as pegadas, o sismógrafo, tudo como tinha sido descrito.


Podemos pensar, mais uma vez: "É tudo falso, a Nasa falsificou as fotografias!".

Além de que hoje há instrumentos sofisticados para descobrir eventuais falsificações fotográficas, até de tipo digital, o facto é que na missão LRO a Nasa tratou apenas do lançamento. Tudo o resto, inclusive as câmaras e as fotografias para estas tiradas, são gerida por parte de alguns grupos externos, como a Universidade da Arizona. São centenas as pessoas de diversas instituições que têm acesso em tempo real às imagens que chegam da sonda.

Por isso: em caso de falsificação, as pessoas envolvidas seriam muitas, mas muitas mesmos. E nem falamos de pessoal militar ou sob as ordens do ente espacial americano, falamos de centenas de civis.

6. Os Soviéticos

Mas a prova melhor, do meu ponto de vista, foi a atitude dos Soviéticos.
Estes, como vimos, tinham também um plano (secreto) para levar uma missão tripulada até a Lua. O plano fracassou, pelo que devem ter visto com fortes dores de estômago a empresa do Apollo.

Agora, só quem não viveu a Guerra Fria, só quem não entende o que estava em jogo pode imaginar que os Russos não passaram meses e meses a analisar tudo quanto estivesse relacionado com a missão americana. Tudo, com as lupas, até o mínimo pormenor.

E ao logo de 40 anos (pelo menos até a queda do regime soviético), Moscovo ficou muda.
Realmente achamos que os Russos teriam perdido uma ocasião como aquela? Mostrar para todo o mundo as mentiras do regime capitalista? Tornar o sucesso da Nasa um clamoroso boomerang para os Estados Unidos? Como poderiam ter resistido? E por qual razão?

As não-provas

Vice-versa, não podem ser consideradas provas da alunagem:

1. As imagens

Podemos considerar as fotografias como uma prova da alunagem? Eu acho que não.
Há muitos pormenores que não batem certos e no Youtube, como referido, é simples encontrar material, algum de boa qualidade, que trata do assunto.

Lembramos: a missão Apollo era parte integrante daquela Guerra Fria que mantinha refém o planeta, era imperativo mostrar um sucesso total. E nada poder ter um impacto tão forte quanto uma fotografia. As imagens do Apollo, portanto, faziam parte da acção de propaganda. E tinham que ser um sucesso.

Mas o facto duma ou mais fotografias serem falsas não significa que a missão Apollo não teve lugar.

E as filmagens? Mesmo discurso, pelo que não podem ser consideradas como prova.

6. Os espelhos

Como prova da alunagem muitas vezes é apresentada a presença de espelhos que foram e ainda são utilizados para medições laser a partir da Terra. Eu mesmo considerava esta como uma "prova": estes espelhos tiveram que ser colocados com muita precisão.

Mas, surpresa!, afinal instalar os espelhos não era assim complicado: os Russos já tinham feito isso com as sondas automáticas 17 e 21 (1970 e 1973). Pelo que, fica demonstrado que não era precisa uma intervenção humana. Nada de prova.

Custa? Custa nada.    

Gostaria de ser o primeiro blog a apresentar provas conclusivas do hoax lunar. As visitas atingiriam centenas de milhares, provavelmente milhões, seria entrevistado, reportagens, convites, dinheiro. Ficaria rico e famoso. Mas não é possível, já outros tentaram e todos falharam, não dá mesmo.

O problema não é demonstrar que o Homem chegou à Lua: o problema aqui é encontrar as provas (factos tangíveis e incontroversos) que possam demonstrar o contrário. Ou, pelo menos, fortes indícios. Mas além da questão das imagens, nada mais há. E isso é pouco.

Custa admitir que o homem chegou à Lua? Se a nossa visão for condicionada pela doutrina política então sim, custa. Malditos americanos, conseguiram! E que muitas vezes se trate duma posição ideológica é demonstrado por outra grande empresa, até mais importante da alunagem: o primeiro homem a sair do planeta.

Quem foi o primeiro homem no espaço? O soviético Yuri Gagarin, que conseguiu efectuar uma órbita em redor da Terra. Quantos vídeos no Youtube há que põem em causa esta empresa? Eu conseguiu encontrar um: trata-se dum programa da BBC que, nos anos da Guerra Fria, tenta desacreditar o sucesso soviético.

Mas acham esta empresa "inferior" ao facto de ter alcançado a Lua? Acham que pôr no espaço um homem é coisa simples? Sobretudo quando conseguida em 1961, 8 anos antes da alegada alunagem americana?

Eis as pessoas (a: astronauta, t: técnico) americanos que perderam a vida durante as primeiras fase da corrida ao espaço:
  • Theodore C. Freeman (a, 1964, acidente durante voo de treino)
  • L.D.Gabel (t, 1964, explosão foguete Delta)
  • Sidney Dagle (t, 1964, explosão foguete Delta)
  • John Fassett (t, 1964, explosão foguete Delta)
  • Charles A. Bassett II (a, 1966, acidente de voo para treino)
  • Elliot M. See Jr. (a, 1966, acidente de voo para treino)
  • Virgil I. Grissom (a, 1967, acidente da missão Apollo 1)
  • Roger B. Chaffee (a, 1967, acidente da missão Apollo 1)
  • Edward H. White II (a, 1967, acidente da missão Apollo 1)
  • Michael James Adams (a, 1967, primeira vítima EUA fora da atmosfera)
  • Clifton C. Williams Jr. (a, 1967, acidente durante voo de treino)

Os restos do Apollo 1
E nem falamos dos acidentes não mortais (dezenas) ou das perdas do lado soviético. Pôr um homem em órbita e fazer que possa voltar atrás já em 1961 era uma empresa titânica.

Os americanos ainda hoje afirmam que o primeiro cidadão EUA a voar no espaço foi Alan Shepard, um mês após o sucesso de Gagarin. Mas na verdade o voo de Shepard foi sub-orbital (não conseguiu efectuar uma órbita completa): a Nasa alcançará o mesmo sucesso dos soviéticos apenas um anos depois, com John Glenn.

Mesmo assim, repito, ninguém põe em discussão o resultado da União Soviética. Qual a razão? 

A razão é que custa admitir que os Estados Unidos tenham conseguido pôr um ou mais homens na Lua. Porque, no geral, há um sentimento anti-americano que faz ver em todas as empresas dos Estados Unidos uma fraude. E porque os EUA utilizaram (e ainda utilizam) a fraude em muitas ocasiões. Mas "muitas" não significa "todas".

Depois há outro aspecto: criar uma "teoria da conspiração" é simples, mesmo que seja absurda.

Exemplo: quem é que cuida deste blog? Max? Mas quem é Max? E se fosse um blog da CIA?
A quase totalidade dos Leitores nunca viu este Max. E os poucos que o viram, como podem ter a certeza de que era mesmo o autor do blog? Chamava-se Max? Se calhar até o nome era falso. Se calhar era uma pessoa paga para ser Max. Não podem demonstrar o contrário. Aliás, já viram o avatar deste Max? Nem é parecido com o Max que apareceu, não acham isso suspeito?

O mesmo Leitor: existe? Existe porque está a ler estas linhas? Mas este blog e até o computador poderiam ser fruto da sua imaginação. Existe porque há outras pessoas que podem testemunha-lo ou porque pode ver-se no espelho? Tudo fruto da imaginação. Há fotografias que demonstram a sua presença? São falsas. E se existirem, são imaginárias.

Tudo pode ser posto em causa, para qualquer coisa é possível criar uma teoria alternativa e contrária. 
Mas não deveria custar reconhecer que o Homem chegou à Lua. Pelo contrário.

O erro de base é considerar este como um sucesso americano (e russo, de forma indirecta: sem a Guerra Fria, provavelmente os EUA não teriam literalmente "corrido" para recuperar o atraso perante os Soviéticos e o programa espacial teria demorado muito mais tempo), mas não foi: os EUA irão desaparecer (como tudo na vida), mas a ida à Lua ficará porque foi um sucesso do Homem.

Os Estados Unidos conseguiram fazer uma coisa boa? Paciência, acontece.
Ficou demonstrado que é possível enviar missões tripuladas para o espaço: as pessoas sobrevivem no espaço e até conseguem voltar para a Terra. No dias bom, até conseguem dar uma voltita na Lua, o que não é mau. A China agora quer re-percorrer o mesmo caminho, depois será a vez da Índia. Porque o espaço não é só Made in USA: é o futuro da Humanidade toda.

Imagens e mais

Antes de fechar, é obrigatório falar outra vez das imagens.
É obrigatório?
É.

É extremamente provável que muitas das imagens publicadas pela Nasa (mas não só...) sejam ou retocadas ou até falsas. Os softwares de hoje podem bem pôr em evidência incongruências que antigamente era possível realçar só tendo o negativo das fotografias (o "original", por assim dizer).

E surpresas não faltam. Além das imagens que podem ter sido criadas num estúdio fotográfico, há outras nas quais a intervenção antes da publicação foi pesada, com amplos cortes. Se em determinados casos a intenção pode ter sido aquela de melhorar o produto final (a propaganda!), em outros parece mais ter sido o propósito de "esconder" determinados pormenores.

Isso sem falar das fotografias nas quais aparecem "luzes" que a Nasa preferiu nunca explicar (e dos
diálogos entre os astronautas e Huston nos quais são relatados fenómenos misteriosos).

E os vídeos? Ainda pior. A transmissão a partir da câmara instalada no rover lunar, por exemplo, parece ter sido impossível considerados os poucos graus úteis de orientação da parábola transmissora e os "saltos" do veículo.

Mas em vez de desperdiçar tempo na inútil tentativa de demonstrar que o Homem nunca foi à Lua, porque não dedicar mais tempo à análise das fotografias e dos vídeos que apresentam fenómenos desconcertantes? Há material e muito. Começa ainda antes das missões Apollo (nas Mercury e nas Gemini, por exemplo).

Notam algo de estranho? Photoshop? Nada disso. Foto original da Nasa. E há mais, muito mais...


Porque não dedicar mais tempo a tudo aquilo que não foi dito?
Procurem quanto é declarado por dezenas de astronautas.

Farouk El-Baz é um cientista espacial egípcio-americano, actualmente Professor Pesquisador e Diretor do Center for Remote Sensing da Universidade de Boston (Massachusetts), Professor Adjunto da Faculdade de Geologia da Universidade do Cairo (Egipto), membro do Conselho dos Curadores da Geological Society of America Foundation (Colorado) e membro da Academia Nacional de Engenharia de Washington.

El-Bax trabalhou com a Nasa para auxiliar o planeamento da exploração científica da Lua, incluindo a selecção dos locais de alunagem das missões Apollo e a formação dos astronautas para as observações e as fotografias:
Nem todas as descobertas têm sido anunciadas.
Mas esta é outra história, não é?


Ipse dixit.

39 comentários:

  1. Anónimo8.2.15

    Relativamente à ultima parte do post, alguém conhece o 'Moon Blink Project'? É um exemplo interessante.
    Antes, eu conseguia ir aos arquivos da Nasa ver o relatório, agora parece que já não está acessível.

    Krowler

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  2. A propaganda sempre é a alma do negócio. É ou não é?! E a escravidão é a perda imediata do seu livre arbítrio.
    Sinto muito, me perdoe, os amo, sou grato.
    Ou vice versa.

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  3. Ou seja, Aldo,

    Não temos nenhuma "certeza".

    O artigo, para mim, é tendencioso para tentar ser "científico", porém os "elementos" apresentados não confirmam a nossa atual tecnologia de estarmos na "lua", neste momento. E antes tínhamos tais "elementos" para chegarmos à lua?

    A "informação incorreta", neste caso, foi VERDADEIRAMENTE, incorreta.

    É o Espírito do DESINFORMADOR, querendo desinformar a INFORMAÇÃO.

    ZENGOLDÁBIL

    NAMASTE!

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    1. Olá Anjos.

      Então o artigo tenta ser "científico" mas não consegue.
      Pode explicar-me por qual razão? Quais as falhas?

      Eu cito dados: consegue fazer o mesmo? Porque, caso contrário, estamos apenas no "bla bla".

      Qual tecnologia, segundo a Sua opinião, é necessária para ir até à Lua? O que falta? Importa-se explicar porque o homem não tem a tecnologia para alcançar este objectivo? O que falta?

      Quanto ao "Espírito do Desinformador"....melhor estender um véu de piedade, não acha?

      Abraço.

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    2. Anónimo9.2.15

      Anjjos, existem pessoas que acreditam em tudo, e outros que não acreditam em nada. Em ambos os casos existe um problema para resolver.

      Este tema da Lua faz-me lembrar o tema Nibiru. Até á data prevista para o Nibiru chegar, havia muito boa gente que acreditava que ele vinha mesmo. Arrisco mesmo a dizer que muitos ficaram tristes por não passar de um bluff.

      Krowler

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  4. Queridos Leitores, vamos ver.

    Eu esforcei-me para fornecer um determinado tipo de informação, resumindo uma pesquisa pessoal que não começou hoje de certeza. Não pretendo que todos concordem comigo, ora essa: cada um é livre de ter a sua própria opinião.

    Todavia, se têm que criticar o artigo (coisa perfeitamente lícita, que seja claro), tentem fazê-lo duma forma decente. No artigo encontram datas, dados e não inclui outras imagens ou gráficos para não tornar tudo mais pesado. Querem contrabater? Façam o mesmo. Porque aparecer aqui para dizer "Você é só um desinformador, ainda não temos o teletransporte pelo que não podemos deixar este planeta" não é apenas inútil, é uma ofensa à inteligência dos outros Leitores.

    Se não têm argumentos mas sentem uma irresistível vontade de escrever para contrariar-me, não digo de ficarem calados (nunca diria uma coisa desta) mas façam como eu: informem-se e apresentem algo de concreto.

    Caso contrário, há muitos fóruns onde desabafar contra a conspiração da alunagem: aí encontram pessoas como vocês, que não têm a mínima ideia do que estão a falar mas ficam todos contentes porque descobriram uma outra conspiração. Juntem-se a eles, aproveitem. Aqui é perfeitamente inútil, acabam só de expor-se ao ridículo.

    Repito: ninguém é obrigado a acreditar naquilo que é escrevo: como já disse e repeti muitas vezes, não sou o dono da verdade. Por isso: têm perguntas? Aproveitem: façam perguntas, gosto muito disso. Uma pergunta é um estímulo para eu procurar mais material e tentar esclarecer determinado assuntos.

    Não entendem algo? Acontece, não podemos saber tudo. Então façam o mesmo: perguntem.

    Para acabar, se acham este blog "desinformador", como o nosso amigo Anjos, têm uma solução simples: não lê-lo. Vocês ficam mais felizes e eu não vou sentir falta nenhuma.
    Não é uma óptima solução?

    Abraço.

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  5. Eu tinha 5 anos e ví na televisão o homem andar na LUA, eu perguntei para minha mãe, e como a espaçonave vai sair de lá? hoje eu tenho 50 e ainda não ví a resposta para essa questão, não existe uma espaçonave que desça lá e suba novamente (com 380kg a mais então...), fazem sondas que caem e trabalham, fazem estações que giram como satélites, mas construir uma casinha de sapê ou de alumínio lá até hoje não se fez, seria muito bom se houvesse uma base lá, mas NÃO HÁ, então na verdade até hoje não conseguiram pisar lá e voltar, as máquinas não chegam lá com força e combustível para partirem de volta.
    Quanto a ser encenação ou não, o WTC também foi um caso impressionante.

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    1. Anónimo9.2.15

      Ivan Mendonça, a aceleração da gravidade na Lua é 0,1654 g, sendo que g é a aceleração da gravidade na Terra e que é igual a 9.81 m/s2. Isto é, 6 vezes menor que na Terra.
      A quantidade de ar na Lua é residual pelo que esta não possui atmosfera, logo não tem atrito aerodinâmico.
      Para o Modulo Lunar sair da superficie da lua, necessita de uma velocidade de escape igual ou superiror a 2.4 km/s enquanto que na Terra essa velocidade passa para 11.2 km/s. Ou seja, estamos a falar de situações muito diferentes.
      No caso da missão Apollo o Modulo Lunar dividiu-se em 2. Um de descida, e outro que ficou em orbita chamado Modulo de Propulsão.
      Pelo que, sair da superficie da Lua requer muito menos de enrgia que sair da superficie da Terra.
      É uma questão de fisica. Não é possivel responder a tudo em meia duzia de linhas, mas essa informação existe e com todo o detalhe.

      Krowler

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    2. Anónimo9.2.15

      Caro Ivan não confundir uma coisa com outra acho que o Krowler em poucas linhas respondeu bem (é pesquisar mais na net).
      As torres gémeas é um embuste, pelo menos a versão oficial dos acontecimentos.
      Já aqui disse e repito 2 familiares meus que teem obras realizadas em nova iorque, lisboa, roma, madrid, são paulo, toquio etc...
      Aquilo foi uma implosão programada a melhor que ambos já tinham visto.
      A resposta foi igual e vivem/viviam um em Portugal outro no Brasil (nem se conheciam).
      Ainda foram tanto um como outro bem mais longe em explicações e bem detalhadas(quem constroi edificios de 30 andares e mais lá fora e quem constroi algumas consideradas das melhores: prémios, merece alguma credibilidade) e que sinceramente chegavam a um ponto tão técnico que tivemos que pedir para ir mais devagar.
      Lógico que nem pensar em mencionar os nomes. Por respeito e fica em família.

      Nuno

      ... E fico-me por aqui, claro.


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  6. Anónimo9.2.15

    E o tal do Cinturão de Van Allen?

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    1. Boa questão.

      A questão do risco relativo à radiação dos cinturões de Van Allen é bem conhecida e era esperada nas missões Apollo. A exposição foi calculada e medida por lançamentos de testes: em particular, a missão Apollo 6 (Abril de 1968) foi não tripulada e estava cheia de instrumentos para medir a capacidade das paredes da cápsula para bloquear a radiação.

      Isso porque na altura sabia-se da existência das Faixas mas nada mais. Descobriu-se que a exposição era comparável à uma radiografia médica, mais do que suportável. As Faixas de Van Allen não são uma zona de morte para os seres humanos. Durante a viagem para a lua, um astronauta sofre, no pior dos casos, doses de radiações comparáveis com os que receberam em poucos anos trabalhadores que lidam com material radioactivo. O risco de ficar doente por causa disso é insignificante.

      Mesmo assim, os astronautas das primeiras missões Apollo tinham um relevador de radiação (como aqueles utilizados nos hospitais), porque algumas dúvidas existiam na mesma.

      Se a radiação das Faixas fosse tão elevada como alguns afirmam, nem teríamos o Telescópio Hubble ou nenhuma das outras sondas que deixaram o planeta (Pioneer, Voyager por exemplo): tudo ficaria "frito" ao passar pelas Faixas.

      E, de facto, o perigo existe: travessar as Faixas é uma coisa, estacionar nelas é bem diferente. Por isso, quando o Hubble tem que estacionar demasiado tempo em proximidade das Faixas, alguns circuitos são desligados.

      Os Cinturões de Van Allen são basicamente três (o último foi descoberto em 2013) e "aprisionam" electrões e protões.

      Os electrões, que aí ocupam um volume muito maior, tem um alto fluxo (electrões com uma energia maior do que 1 MeV são cerca de 10.000.000x/cm2/s), mas é suficiente uma espessura de alguns centímetros de alumínio para proteger-se completamente. Assim, podemos supor que dentro duma cápsula espacial seja possível proteger-se completamente, pois não chegam electrões.

      Diferente o discurso dos protões, que são muito mais penetrantes e energéticos (10 MeV nas Faixas) e, por conseguinte, são potencialmente perigosos. Por outro lado o fluxo de protões é menor (cerca de 20.000/cm2/s), ocupa uma zona relativamente fina e uma sonda leva apenas alguns minutos para atravessa-la.

      Abraçoooo!!!

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    2. Anónimo11.2.15

      Obrigado pela resposta, Max!

      Lembrei do Cinturão de Van Allen recentemente quando vi um vídeo da Nasa sobre ir a Marte, onde é dito que é preciso estudar melhor os efeitos do Cinturão antes de enviar alguém pra lá.

      Única coisa que me impede de acreditar nas idas do homem a lua são as fotos. E os vídeos também. Sem falar que as imagens com maior qualidade foram "acidentalmente deletadas"

      http://www.reuters.com/article/2009/07/16/us-nasa-tapes-idUSTRE56F5MK20090716

      Eis o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=NlXG0REiVzE

      "We must solve these challenges before we send people through this region of space."

      Abraços!

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  7. Anónimo9.2.15

    Hoje em dia, já é difícil acreditar no que quer que seja, mesmo com video/fotos!
    Sigo S. Tomé: ver para crer. Até lá fico com as minhas questões e dúvidas.
    Uma delas é o pó, não o dos arquivos, mas o lunar, ou melhor, a falta dele.

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    1. Olá Anónimo!

      O pó causa-me muitos problemas. Não de alergia, falo das missões lunares.
      Como escrevi no artigo, estou convencido de que muitas (mas muitas mesmo) fotografias das missões Apollo sejam falsas. E o mesmo se passa com os vídeos. Aliás, os vídeos são ainda pior.

      O que se passa é que o comportamento do pó nos vídeos é uma das melhores provas de que o Homem foi à Lua. Explico.

      Na Terra, o pó tem um determinado comportamento: quando pisado, levanta-se em forma de nuvem. Até aqui tudo bem. Mas nos vídeos lunares, o pó levantado pelo rover faz arcos perfeitos antes de cair para o sol. Este é um efeito que é possível obter apenas na ausência de ar.

      A ausência de pó nas "patas" do módulo lunar, pelo contrário, parece-me muito suspeita. Também porque em outras imagens o pó não falta: http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://i.ytimg.com/vi/HzKLtl8kGL0/hqdefault.jpg&imgrefurl=http://www.youtube.com/watch?v%3DHzKLtl8kGL0&h=360&w=480&tbnid=qNzemo0vrJJW-M:&zoom=1&docid=r-lIl0bq4l9CyM&ei=RKPYVODAK87jsASb2IGwCg&tbm=isch&ved=0CEkQMyhBMEE4ZA&biw=1440&bih=795.

      Mas, pó ou não pó, continuo a estar convencido de que boa parte das fotos e das filmagens tenham sido ou "tratadas" ou até criadas.

      Abraço!!!!

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    2. Anónimo9.2.15

      Max, falando de fotos tratadas, naquela foto lá em cima, a primeira do post, as sombras das pedras estão projectadas em um determinado angulo. Já o astronauto e o modulo lunar não têm sobra nenhuma. O que achas?

      Krowler

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    3. Pois. A explicação fornecida é que "a Lua é mais pequena, pelo que as sombras convergem mais do que na Terra". Outra explicação: o terreno não é plano, pelo que cria um efeito ilusório.

      Será, mas a Lua não é propriamente um brinquedo: tem um diâmetro de quase 3.500 km. E a distância do Sol é praticamente a mesma do que a nossa. O efeito que se observa pode ser facilmente reproduzido com uma fonte de luz mais próxima, tipo um holofote. Parece a explicação mais lógica. Mas para a Lua os astronautas não levaram holofotes. Então?

      Mas as anomalias fotográficas nas missões Apollo são imensas. O Leitor Anónimo em cima falou do pó (acho referir-se à ausência de pó nas "patas" do módulo). Ora bem: os foguetes de descida do módulo lunar tinham uma força de 45.040 N e utilizaram quase 8.000 kg de peróxido de azoto e 8.000 kg de aerozina, todos descarregados durante a descida: nos últimos metros, isso deve ter levantado uma quantidade de pó não indiferente. Verdade que o pó recai de forma diferente na Lua, mas sempre recai. Apesar disso, as "patas" do módulo brilham, parecem ter sido lavadas.

      Veja-se em comparação o fato do astronauta Gene Cernan após um passeio na superfície lunar:

      http://www.google.pt/imgres?imgurl=http://cdn.astronautcentral.com/SINGLES/PIX/LAM.jpg&imgrefurl=http://www.astronautcentral.com/SINGLES/LAM.html&h=446&w=525&tbnid=zxETrc_H-j_oRM:&zoom=1&docid=el09xbK4oP1U3M&ei=UdvYVMS8GIT7UNyzg6AD&tbm=isch&ved=0CH8QMyhTMFM&biw=1440&bih=795

      Eu acho houver só duas explicações:
      1. logo depois da alunagem, os astronautas saíram com balde, detergente e esponja para limpar tudo. E já que estavam aí controlaram água e óleo também.
      2. aquelas fotos não foram tiradas na Lua.

      Percebo que apresentar uma cápsula espacial toda limpinha tenha todo um outro efeito nos jornais, mas aqui exageraram....

      Grande abraçoooo!!!!

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  8. Nuno9.2.15

    É uma questão de meios e "financiamento ilimitado".
    Vendo de outra perspectiva como é que tanto os soviéticos e os americanos conseguiram com um poder computacional
    infinitamente menor que o actual (cálculos), a resposta poderá ser inificiencia actual além de outros factores como a dedicação do pessoal na altura e sendo umas missões prioritárias (sem restrições de fundos), e com uma ajuda importantíssima de Werner Von Braun e outros cientistas que tanto os americanos como os soviéticos foram buscar à alemanha(sim do o homem do bigodinho) nazi.
    Não teria sido possível na altura. A mesma tecnologia que impulsionou a aviação nos anos 50/60, e tornou vulgar como andar de moto ou carro viajar por continentes em poucas horas. Já agora até o concorde que vi pela primeira vez quando cheguei ao Rio em 78 existia era mach 2 (2x a velocidade do som) e em menos de 3 horas fazia londres-nova iorque. Depois no inicio deste século começaram os "acidentes", e disseram que era inviável economicamente, inviável? iam sempre cheios de gente que pudesse pagar. Montes e montes de coisas foram descobertas e inventadas só no século passado o problema nem são os governos, mas os lobbies que estão por trás disso e arrisco-me a dizer de tudo, esse sempre foi o que impediu muitos de ir ainda mais longe e provavelmente vivermos num mundo que poderia ser mais igual, próspero e desenvolvido(tanto em prosperidade como intelectualmente)
    Porquê? Porque não faz parte do design ou desenho cozinhado.
    O ser humano na sua essência não é mau ou limitado (à casos), o sistema e os ditos lobbies tornam-no assim.
    Este exemplo mostra acima de tudo que quando existe vontade consegue-se e podemos como espécie chegar bem longe, é o nosso lado positivo, super nos perante obstáculos. Ainda tenho fé em nós, e muito pouca em quem nos dirige, repito não os governos mas quem manda neles e nos doutrina para uma idiocracia.

    Em relação a várias "anomalias" observadas tanto na altura como nas últimas missões é outra história para a qual acho que tanto astronautas como cosmonautas embora tendo reportado não fazia parte do menu/cardápio.

    Nuno

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  9. Anónimo9.2.15

    https://archive.org/details/Mcrost01-CaadoresDeMitosOMitoDaFarsaDaAterrissagemNaLua217

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  10. Anónimo9.2.15

    O normal é existir pó em algo que deslocou-se.
    Sonda Surveyor
    [img]http://abyss.uoregon.edu/~js/images/surveyor2.gif[/img]

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  11. Anónimo9.2.15

    Eis algo interessante: a alunagem (a verdadeira, não aquelas que até as roldanas do estúdio se viam) foi feita numa zona onde, historicamente, foi verificada e documentada através dos SÉCULOS intensa atividade alienígena...pesquisem sobre isso, por favor, obrigado.

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  12. Anónimo10.2.15

    Vimanas nos Vedas, astronautas na Bíblia e Alcorão? E uma serie de folclore em todo o mundo?
    Não passa de coincidência.
    O que é não sei? Já agora anónimo qual é essa zona?? s.f.f.
    Aconselho uma leitura de algumas obras de Jacques Vallé.

    N

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    Respostas
    1. Anónimo13.2.15

      Interpretation of the UFO evidence
      Vallée proposes that there is a genuine UFO phenomenon, partly associated with a form of non-human consciousness that manipulates space and time. The phenomenon has been active throughout human history, and seems to masquerade in various forms to different cultures. In his opinion, the intelligence behind the phenomenon attempts social manipulation by using deception on the humans with whom they interact.

      mas eis que:


      Vallée also proposes that a secondary aspect of the UFO phenomenon involves human manipulation by humans. Witnesses of UFO phenomena undergo a manipulative and staged spectacle, meant to alter their belief system, and eventually, influence human society by suggesting alien intervention from outer space. The ultimate motivation for this deception is probably a projected major change of human society, the breaking down of old belief systems and the implementation of new ones. Vallée states that the evidence, if carefully analyzed, suggests an underlying plan for the deception of mankind by means of unknown, highly advanced methods. Vallée states that it is highly unlikely that governments actually conceal alien evidence, as the popular myth suggests. Rather, it is much more likely that that is exactly what the manipulators want us to believe. Vallée feels the entire subject of UFOs is mystified by charlatans and science fiction. He advocates a stronger and more serious involvement of science in the UFO research and debate. Only this can reveal the true nature of the UFO phenomenon.

      fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Jacques_Vallée#cite_note-11

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  13. Chaplin10.2.15

    Pergunta 1: Quantas pessoas trabalham no maravilhoso mundo do faz de conta, ou seja, nos estúdios de Hollywood?
    Se alguém ou um grupo quisesse denunciar o "segredo", indo contra os interesses dos detentores da propaganda em nível global, simplesmente seria(m) desconsiderados, esvaziados ou até mesmo eliminados. Para se ter certeza disso basta ler a história não oficialista...
    Pergunta 2: Se todo esse aparato fosse real, por que então houve uma quase total desativação desses processos nas últimas décadas, enquanto que no mesmo período a tecnologia avançou tanto?
    O homem nunca dominará o espaço pois não foi concebido para tal façanha, mas seu egocentrismo e sua onipotência o faz sentir-se obrigado consigo mesmo.

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  14. Anónimo10.2.15

    1-cinema independente, com poucos fundos.
    2-o aparato é ou foi real. O problema é outro, no inicio dos anos 70 nixon foi o presidente e o que aconteceu nessa altura que modificou até hoje os designios da economia americana e claro teve um impacto nos outros? as coisas estão interligadas. O financiamento deixa de ir para projec
    certas coisas e ou é lentamente cortado ou desaparece.
    uma boa analogia que se passa aqui: deram cabo da agricultura, pesca, industria nos 90. A europa diz gastem, gastem. Subiramente aparece a austeridade decretada pelo fmi e bce. Nao temos moeda, nao temos as 3 coisas acima mencionadas o que acontece é ainda mais austeridade que não leva a lado nenhum, defacto devemos agora muito mais e não existe maneira de pagar a dita dívida. Vivemos em função de ordens de fora de especuladores e de fundos ou apostas duvidosas porque não são quantificaveis. Antes fazia-se, fabricava-se hoje não passamos de escravos de um sistema que nada faz a não ser explorar até ao tutano.
    escravos do capital e em dívida perpétua.
    N

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    1. Anónimo12.2.15

      http://yanisvaroufakis.eu/books/the-global-minotaur/el-minotauro-global-the-global-minotaur-in-spanish/ eu a pensar que estava sozinho e a fazer ligações estrenhas e eis que ao ver o el pais do com um link para isto acima, lol nem fazia a mínima ideia.

      Nuno

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  15. Anónimo10.2.15

    http://www.forbes.com/sites/ralphbenko/2011/08/15/fiat-money-the-root-cause-of-our-financial-disaster/ como da lua se vai....lol. Espontaneidade dá nisto.
    Mea culpa.

    Nuno

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    Respostas
    1. Anónimo12.2.15

      Mea culpa uma ova!
      N

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  16. Anónimo11.2.15

    não deixem morrer , tragam mais informação, eu acredito pelo menos que se nasa pisou lá!?, encontrou anomalias !!!!

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  17. Anónimo12.2.15

    Tema muito interessante e pertinente que ainda hoje levanta muitas questões.
    Um dia talvez se alcance a verdade e possamos então compreender a verdadeira dimensão deste assunto.
    Bom artigo sobre o assunto, cada um deve retirar a informação que ache importante e assim construir uma opinião sobre o tema.

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  18. Grande Max!

    Fico mesmo feliz de teres aceite o desafio e escrito um pouco sobre o tema. A minha conclusão é idêntica à tua: o homem foi à lua mas a maioria do que nos foi mostrado é falso.

    Agora porque é que é falso? Na minha opinião para manter uma "opinião pública" que permita gastar uma quantidade colossal de recursos numa obra faraónica. Porque se faz obras faraónicas? Penso que pelo mesmo motivo que o faraós ergueram as pirâmides: uma forma de controlo que faz de nós todos escravos, pois poderíamos ter ideias de ir ao pescoço de quem manda, tivessemos nós tempo livre...

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  19. Anónimo24.2.15

    Vejam este video da NASA e depois digam alguma coisa... ;) Sabem o que é o cinturao de Van Allen?
    https://www.youtube.com/watch?v=NlXG0REiVzE

    ResponderEliminar
  20. OLÁ? DEPOIS DE TANTAS DISCUSAO, SOBRE UM TEMA, QUE NAO DEFINE, ALGO CLARO PARA OS LEITORES, PMW.MARCENEIRO@GMAIL.COM VAI DEICHA PRA TODOS VCS, UMA PALAVRA, QUE IRA TRASE UMA AGUA FRESCA, PARA MATA ESTA SEDE, DE CONCLUSAO DOS FATOS. VAMOS LA! 1. SABEMOS MUITO BEM, QUE A BIBLIA, FALA QUE DEUS, FALOU QUE O HOMEM, FARIA SEU NINHO, NUM LUGAR LA EM CIMA OK!!! 2. ESTE LUGAR DO NINHO, E A ORBITA DA TERRA OK, QUE NAO E UM LUGAR IMPOSIVEL DE ESTA OK!!! 3.DEUS FALOU QUE JAMAIS, O HOMEM PASSRIA ALEM, DA ORBITA DA TERRA OK, ISTO PORQUE, TEM MUITOS LUGARES, IMPOSIVEL DO HOMEM UTRAPASSA, PORQUE ELE MESMO FALOU, OS CEUS, E DO SENHOR, E QUE SUA GLORIA, JAMAIS DARIA A ALGUEM OK. 4. AS BAREIRA DE PROTESAO, DA TERRA, QUE SAO RADIASAO PERIGOSAS, PARA QUALQUER UM QUE SE APROSIMA, SERIA UM OBISTACULO QUE JAMAIS, ALGUEL CONSEGUIRIA PASSA. 5. TAMBEM UM CANPO MAGNETICO, QUE ESPOLSA, QUEN CHEGAR PERTO. EMFIM A VIAGEM, SO E POSSIVEL, ATE A ORBITA DA TERRA, E QUEM VAI LA, SO FAZ 3 COISAS DIFERENTE DE NOS AQUI EM BAICHO,1. DEICHA MUITO LICHO LA EM CIMA, PARA CAIR NA NOSSA CABESA.2. E FICAR FLUTUANDO, SEM RUMU NENHUM. 3.FICA DOENTE MAIS RAPIDO, DO O NOLMAL.( CONCLUSAO) E DEUS QUE NOS CRIOU, ENTAO ESSA E A MELHO RESPOSTA, QUE PODEMOS TER. SEJA DEUS VERDADEIRO, E TUDO HOMEM MENTIROSO. ..

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    Respostas
    1. Ah, pois...fogo, tinha-me esquecido da Bíblia.

      Bom, se a Bíblia diz que não é possível deixar a órbita da Terra, então ok. Doutro lado, porque desejar ir para outros mundos? A Terra é o centro do Universo, não faz sentido dar uma volta nos subúrbios. Além de que, para fazer isso, seria necessário quebrar as esferas de puro cristal nas quais estão fixados os vários corpos, Lua incluída. E isso é impossível. A não ser que haja uma broca com ponta de diamante.

      Mas como alimentar a broca? Seria necessário um fio eléctrico verdadeiramente comprido. É por isso que Deus criou as lojas chinesas com extensões até 8 metros. Já tinha perguntado "Desculpem, têm uma extensão dalguns milhões de km?" "Não, loja chinesa só vende até 8 metlos, mais não polque campo magnético explode: tu homem peligoso, sai da loja".

      Na altura tinha julgado o chinês um pouco malcriado, mas agora entendo: estava apenas a tentar salvar o mundo. E a mim, claro, porque nesta altura estaria no espaço a fluturar sem rumo e deitar lixo fora dos caixotes...

      Prometo: nunca mais penso em perfurar as esferas.
      Que Deus tenha piedade de mim e dos meus pensamentos electro-malandros.

      Abraçoooo!!!!

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  21. Marcelo Cadonhes8.5.16

    Max, esse artigo sobre a ida à lua não resiste nem a "afirmação" da nasa, que "perdeu" as fotos de sua mais importante (marketing-falando) missão.

    Por muito menos, você desmonta as baboseiras da bíblia, me pergunto....

    Como você, com argumentos tão simples, aceita uma baboseira dessas?? Todas as missões à lua foram durante o governo Nixon, já leu algo a respeito???

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    Respostas
    1. Olá Marcelo!

      Não entendo qual a dificuldade em aceitar que o homem possa ter alcançado a Lua. O que há de tão surpreendente?

      As missões aconteceram durante a Administração Nixon? Sim, mas quem tinha sido a dar o impulso para isso? JFK.

      Além disso, acho que não conseguimos ver o ponto principal. As missões forma realizadas durante a época mais delicada da Guerra Fria. Era uma altura particular, na qual cada uma das duas superpotências passava o tempo a procurar motivos para denegrir a outra. Mas realmente achamos que os Russos teriam 1) não reparado no monte de falsidades 2) evitado atacar de todas as formas possíveis a cena montada pelos EUA? Lembro que na altura a União Soviética era uma grandeza de primeiro ordem no âmbito da pesquisa espacial, pois a corrida para a Lua se tinha tornado também matéria de desafio entre o bloco ocidental e aquele oriental.

      Como pode ser explicado o alegado silêncio da URSS? Por qual razão os Soviéticos deveriam ter-se tornado cúmplices dos Americanos? O que ganharam com isso? O que ganharam deixando a Lua qual conquista unicamente americana (no aspecto da presença humana)?

      Tecnologicamente os EUA não tinham a capacidade para lá chegar? Lamento: tinham.

      Falsificaram imagens? Sim, sem dúvida nenhuma, fazia parte do marketing, não apenas para os outros Países mas também para o interior dos EUA.

      Queria que, muito simplesmente, alguém pudesse apresentar um raciocínio baseado nos factos (tecnologia, por exemplo), e não nas opiniões, que mostrasse a impossibilidade do evento. Só isso.

      Abraçoooooooooooo! :)

      Eliminar
  22. Anónimo21.6.16

    Como estudioso desta «conspiração» há cerca de 9 anos, vou tentar responder ao desafio que fizeste no post anterior, apelando desde já para que todos aqui tenham bem presente que, muito embora os dados históricos que aqui vou deixar sejam 100% factuais, as minhas posições e interpretações relativamente a esses factos, são da minha responsabilidade e não vinculam nada nem ninguém.
    Para que se perceba bem o enquadramento desta «conspiração», deixa-me dizer-te que apesar da imagem que a opinião pública tem actualmente da NASA ser a melhor, na sua génese estão cientistas criminosos de guerra, filiados ou simpatizantes do partido nacionalista alemão, como por exemplo Wernher Von Braun, que os EUA foram buscar à Alemanha do pós-guerra, em operações de branqueamento de dados biológicos, como a operação «Paperclip». Um dos lemas da NASA nessa época, era «If you can’t make it, fake it».
    Durante toda a segunda metade dos anos 50 do século passado, enquanto os russos batiam recordes atrás de recordes (1º satélite, 1º animal no espaço, 1º homem no espaço, 1ª órbita completa e por ai fora…), os EUA tinham muita dificuldade em lançar com êxito os seus foguetões. Subitamente, em 1961 e apenas algumas semanas após um bem-sucedido voo suborbital de Alan Shepard, JFK discursou perante o senado norte-americano e comprometeu-se até ao final da década, a enviar um homem à lua e a trazê-lo de volta são e salvo. A questão aqui, é muito simples: imagina que és um professor (não sei se és) e que tens um aluno medíocre, que raramente consegue notas acima de um 7 ou de um 8. De repente, começa a tirar 17s, 18s e 19s. Acreditas nisso? No mínimo, há motivo para investigar… ou não?

    (continua)

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  23. Anónimo21.6.16

    Mas o mais curioso, é que não só JFK conseguiu cumprir uma promessa praticamente impossível na altura de enviar 3 homens numa missão espacial até à lua, como outras 5 missões Apollo se lhe seguiram a uma cadência de praticamente 2 missões por ano, sem que ninguém tivesse morrido, ficado gravemente ferido, ou padecido de cancro. Façanha absolutamente fantástica, se atendermos ao facto que ainda nos dias de hoje, os foguetões que são lançados com mantimentos e peças para a ISS, explodem no ar e que antes da URSS ter tido sucesso com o envio de Yuri Gagarin para o espaço, muitos foram os que morreram. Mais ainda: se perguntares a um qualquer técnico da NASA quanto tempo demoraria a preparar o regresso à lua, ele vai-te responder que seriam necessários no mínimo, 15 anos, ou seja, com tecnologia da pré-história, demorou-se apenas 8 anos a criar uma estrutura que permitiu durante 3 anos, efectuar 2 alunagens anuais, numa missão altamente complexa, em que existem milhões e milhões de pormenores que podem correr mal e comprometer tudo, e com uma tecnologia 47 anos mais avançada e ainda por cima podendo queimar etapas, devido a eventuais erros que se cometeram no passado, demora-se quase o dobro do tempo?... E só para uma reles missão?

    (continua)

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  24. Anónimo21.6.16

    Como já deves ter notado, pessoalmente não acredito na ida à lua e sobre esta matéria, poderia estar aqui o resto da minha vida a contar coisas muitíssimo interessantes que muito pouca gente sabe, algumas de vos deixar de boca aberta, mas como o texto já vai longo e lançaste o desafio de alguém deixar aqui provas científicas da impossibilidade de ir à lua, eu vou deixar aquele que considero o maior argumento científico e que se chama RADIAÇÃO. Se procurares na net, (Youtube e afins), vais encontrar muita gente a desvalorizar a radiação nas cinturas de Van Allen e a desvalorizar a radiação no espaço exterior. É normal que isso aconteça, porque esta conspiração está a ganhar terreno a cada ano que passa, pois cada vez há menos pessoas a comer gelados com a testa e quem apresenta essa tese, são pessoas directa ou indirectamente ligadas à NASA, que estão no terreno para tentar minimizar estragos a todo o custo, argumentando que os astronautas não poderiam ser afectados dentro das cinturas, porque só lá estiveram 1 hora e blábláblá, mas omitem os altíssimos níveis de raios Gama e raios X, provenientes da radiação solar e da radiação cósmica no espaço exterior, mais que suficientes para matar um ser humano em apenas alguns minutos. Não me vou alongar mais e apenas vou deixar aqui o link para uma apresentação engraçadíssima do físico italiano Marco Durante que fala do enormíssimo perigo da radiação no espaço. Vejam até ao fim, porque a cereja em cima do bolo, está mesmo no fim da sua palestra, quando ele revela qual seria a única forma de um ser humano se proteger convenientemente das perigosíssimas radiações no espaço. Talvez este vídeo vos ajude a trazer mais luz sobre este assunto. Fomos ou não fomos à lua?

    Abraço e sempre ao dispor para qualquer questão que me queiram colocar. ;)

    https://www.youtube.com/watch?v=q-9Avd__dQ4

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  25. Chaplin21.6.16

    Desculpe Max, mas esse é um tema em aberto, no mínimo. Assim como não há provas da não ida, vale o mesmo para as tais "missões", que podem ter sido tão frias quanto a própria "guerra fria", servindo como algo fantástico e pretexto para canalizar bilhões do orçamento estadunidense em favor da então incipiente indústria de alta tecnologia, e de impressionar o mundo e seu "oponente". As "provas" apresentadas poderiam ser material extraídos de corpos celestes como meteoritos.

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