15 junho 2015

Podcast: Episódio 3

Eis o terceiro podcast!

Lamento pessoal, desta vez é um pouco mais comprido.
E é mais tedioso também.

Mas há uma razão: trata-se duma pergunta.
Alguém tem vontade para ajudar a encontrar a resposta?
O espaço do blog está a vossa disposição.

Boa audição.


Ipse dixit.

6 comentários:

  1. Meu caro, como diria o nosso vivente Macunaíma; "_agora, é cada um por si e Deus contra!

    Sinto muito, sou grato.

    ResponderEliminar
  2. Anónimo15.6.15

    Max,

    Eu só vejo uma saída que, obviamente não vai mudar o sistema, mas no futuro pode fazer alguma diferença.
    Se não gostas do sistema, afasta-te dele. Afasta-te dele o mais que puderes.
    O sistema para funcionar precisa do nosso consumo, dos nossos impostos, da nossa obediência, da nossa aceitação de todas as regras.
    Estruturar a vida em contraposição com as regras do sistema, não só o enfraquece, como também nos torna mais livres e independentes.

    abraço
    Krowler


    ResponderEliminar
  3. Hmm, soluções? Deixa cá ver...

    Queres uma sociedade que respeite o Homem e a Natureza? Já existe (várias): Tribos aborígenes...

    Vantagens: sustentabilidade comprovada ao longo de milénios, respeito pelo Homem... Desvantagens: Falta de (auto)escravatura, pouco avanço tecnológico...

    São uma alternativa ao sistema? Absolutamente não, porquê? Porque se fossem, já não existiam! Percebes onde quero chegar, não basta propor alternativas ao sistema, porque quando essas alternativas forem viáveis o próprio sistema trata de as aniquilar...

    Agora se não gostamos do sistema, mas juramos a pés juntos que é inevitável o seu colapso, basta um empurraõzinho. Caso prático: Portugal. Um país que segue as politicas de austeridade, mas em que a bancarrota é inevitável. Solução? Votar PS para irmos à bancarrota mais rapidamente e assim mudar de rumo o quanto antes (saída da UE - criação de moeda própria), ao invés do constante definhar devido aos juros impagáveis. Resumindo, solução deixa que caia - destruir o sistema internamente. Como todos os grandes impérios caíram, não por força de alguém, mas sim pela força das coisas. Ou como fukuoka dizia "Chegámos a um ponto, em que não há outro caminho que organizar um "movimento" para não fazer nada". Acrescentava eu, através de: endividamento colectivo impagável, consumo desenfreado, desrespeito massivo pela lei. É uma boa ideia? Talvez não, mas é uma solução!

    Deixando de lado a veia frustrada, temos é que reconhecer que não podemos mudar nada nem ninguém, só a nós mesmos. Aliás tentar mudar os outros e argumentar a favor da liberdade é um pouco hipócrita, não é? É por isso que a "não" solução que vejo, é mesmo vivermos conforme a nossa ética, ou falta dela. O sê tu mesmo, deixando de seguir o rebanho...

    Fim de sermão :)

    ResponderEliminar
  4. Anónimo16.6.15

    Solução?

    "Rebentar" com isto tudo.

    Infelizmente não há solução (a não ser a de cima), basta sair de casa e observar as pessoas. Se estiver frio e não quiser sair de casa, ligue o PC, vá ou Facebook, Youtube ou outro site qualquer e também dá para perceber.

    Não nos podemos esquecer também que quem esta no poder são pessoas como nós, não são "ET" (??) se nós as eliminarmos, irá sempre existir outros para os substituir, sempre fui assim, e sempre será. Pudemos viver sem o sistema na nossa aldeia, cidade mas é impossível tira-lo do puder no mundo.

    PS: Outra boa solução, lembrei-me agora no final, seria acabar com o dinheiro, 99% dos problemas da sociedade acabavam mas acho que isso nos levaria a minha primeira "solução", portanto mais vale sermos directos.

    ResponderEliminar
  5. Anónimo16.6.15

    "Confie aqueles que buscam a verdade, Mas duvide daqueles que dizem que eles a encontraram."

    À primeira vista a maneira mais eficiente será a proposta por Krowler.
    O sistema é um jogo minado e perverso que se perpetua através de pão, circo e mentiras.
    A parte mais importante serão as meias verdades, inverdades ou você está a faltar à verdade (basicamente mentem, enganam).
    O ser humano ao contrário do que querem fazer passar e processar através dos ditos "valiums" uma espécie de estado de letargia colectiva, muito pelo contrário tem muito mais valor se lhe derem/existir hipótese para se desenvolver e desenvolver o seu sentido crítico, eliminando o "ruído".
    O esquema em que vivemos é uma tal de pirâmide o problema é que a pirâmide está a tomar uma forma estranha. A que não é indiferente a distribuição de riqueza cada vez mais mal distribuída.
    Se isto é normal? acho que não, minto é claro que não (O Capital no Séc XXI - Thomas Picketty).
    A realidade é que a mentira passa, quando os prejudicados são justamente aqueles que mais tarde irão sofrer directa ou indirectamente com a mentira que engoliram, não é masoquismo. É o design já pensado de não dar tempo ao indivíduo de raciocinar, se maioria das pessoas entam num estado de negação e se enganam a si próprios é uma escolha, mas serão felizes ou viverão num mundo de fantasias?
    O que é importante ou menos importante, ou acessórios?
    A maneira como interagimos será algo natural?
    E porque vou ter que parar ou seja parar uma linha de raciocínio, que mais tarde não sei será a mesma?
    Falta o factor tempo? Claro vou trabalhar...
    Para mais tarde continuar.
    Nuno - ar



    ResponderEliminar
  6. Anónimo16.6.15

    ...cheguei com uma valente dor de cabeça, enfim alergia ao tal de pólen.
    Algo não bate bem e o processo tem se vindo a acelerar, e em parte porque não é só o declínio ocidental é o jogo e tem a ver tudo com poder, quem o detinha e quem o detém e os limites ou a regulação que era feita anteriormente e agora já quase não existe.
    Quem teve o poder sempre foram mais ou menos os mesmos certo? Sim, linhas de sangue etc...
    São empresas privadas certo? Qual é o objectivo da iniciativa privada em substituição do estado em tudo até nas legislações, na constituição e até como reguladores exacto como reguladores em tudo o que se possa imaginar? O objectivo de dita corporação daquelas grandes demais para cair é ajudar o povo? ou aumentar o seu capital, poder, margens de lucro, share seja o que for que os mova.
    Os estados vão perdendo cada vez mais poder até não terem nenhum.
    Vejamos exemplos idolatrados por muitos em que partes essenciais estão já fora do controle ou da regulação estatal.
    Exemplos:
    NSA e Snowden, a NSA uma agência poderosa e que se chama National Sericurity Agency (serviços secretos quando muito em mãos militares que estariam na mão do governo americano) e que estará acima da CIA funciona em grande parte o interesse o poder privado, ex: Snowden como outros é um sub contratado por outra empresa que por sua vez...
    A Federal Reserve é controlada pelo governo ou devia ser mas não é privada, mas não são eles que emitem lá o dinheiro de todos, baseados em nada...ver fiat currency.
    Nem vou mais longe nos EUA quem espia é uma agência maioritariamente privada em nome do interesse nacional ou do delas?

    O Fed já se sabe, se não se sabe, ver neste mesmo blogue. Ah o estado, sim o dinheiro de todos ainda paga interesses alem de outros bónus.

    A pergunta quando o povo americano (mas hoje em dia praticamente qualquer povo) vai votar numa voz que represente os seus interesses sim o tal de estado (que é visto como a soma de todos os males e mais alguns, é o que querem vender e estão a conseguir) ou vão votar nas empresas?

    fico por aqui, para já.
    A pergunta é isto bate bem?

    Nuno

    ResponderEliminar

Printfriendly

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...