01 dezembro 2015

Windows: o GodMode (Modo de Deus)

Pequena utilidade informática: dado que os utilizadores de Windows ainda são muitos, pode dar jeito ter uma pasta no interior da qual encontrar...tudo!

Trata-se do God Mode (literalmente: "Modo de Deus").

Os desenvolvedores dos sistemas operativos costumam esconder nos códigos funcionalidades particulares. Aconteceu com o péssimo Windows Vista, com Windows 7 e com Windows 10 também.
Por exemplo: com Vista era possível aceder a 246 funções escondidas, enquanto com Windows 7 estas eram 275. Mas como fazer isso?

É muito simples.
Na Área de Trabalho (o desktop) clicar com o botão direito do rato e escolher Novo e depois Pasta. Feito? Muito bem. Agora na Área de Trabalho há uma nova pasta com o nome de Nova pasta. Que como nome não é grande coisa. Portanto, copiar a seguinte linha:
GodMode.{ED7BA470-8E54-465E-825C-99712043E01C}
Copiado? A seguir clicar outra vez com o botão direito do rato na pasta apenas criada e colar a linha antes copiada. E pronto, acabou.

Ehi, o ícone da pasta mudou! Tranquilos, é isso que é suposto acontecer: ficou como na imagem à direita, não é? Perfeito. Mas além disso, nota-se alguma diferença? Não? Claro que não, é preciso abrir a pasta.

Nela podemos encontrar muitas funcionalidades: gerir as contas dos utilizadores, os dispositivos conectados, ecrã, cores, data e hora, programas pré-definidos, som, teclado, letras, backup e muito mais ainda. Tudo junto.

O GodMode é um método para reunir numa pasta todas as funcionalidades que normalmente estão espalhadas no sistema. Com o tempo e o hábito resulta muito mais prático gerir o computador daqui do que a partir do Painel de Controle. Já que o Leitor escolheu sofrer com um sistema Windows em vez de utilizar um Linux, aos menos que tente sofrer um pouco menos.

Como afirmado o GodMode , o "Modo de Deus", é presente também em Windows 10. E a propósito: vale a pena passar já para o novo sistema operativo da Microsoft?

Windows 10: instalar ou não instalar?

Nestes dias falei com alguns técnicos e todos concordam: Windows 10 é melhor quando comparado com o insucesso total que foi Windows 8. O computador torna-se mais rápido, mais reactivo. Todavia...

Todavia Windows 10 é um sistema operativo nascido há pouco: ainda tem falhas (bugs). Nada de grave (o sistema parece estável), mas a Microsoft já lançou duas importantes actualizações e nos próximos meses é normal que esta prática continue. Dado que Windows 10 poderá ser descarregado de forma gratuita até o começo do próximo Verão, vale a pena esperar: deixem que sejam os outros a fazer as cobaias por conta da empresa de Bill Gates. Quando será a altura de descarregar, terão um sistema operativo já amplamente corrigido.

Entretanto, continuem com o vosso velho Windows. Ou ainda melhor: desfrutem os próximos meses para experimentar um sistema Linux. Dificilmente voltarão ao Windows: Deus, por exemplo, formatou uma única vez, com o Dilúvio; depois passou ao Linux e desde então tudo funciona que é uma maravilha. Este é o verdadeiro GodMode!


Ipse dixit.

3 comentários:

  1. +Max, qual distro Linux você usa e por quais motivos?

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    Respostas
    1. Olá JotaEle!

      Boa pergunta...porque na verdade gosto de mudar.
      Até poucos tempos atrás utilizava KDE, uma versão de Ubuntu particularmente rica sob o aspecto gráfico. Só que gostava de ter algo um pouco mais reactivo (KDE é bem pesado), então instalei Xubuntu, uma versão Ubuntu muito mais leve. De facto, com Xubuntu o computador voa (e com Lubuntu ainda melhor: se tiverem um computador muito velho, que fadiga até com Windows Xp, pensem nisso).

      Passados uns dois meses decidi experimentar Zorin, o sistema que ainda tenho. Razoavelmente leve, do ponto de vista gráfico faz lembrar um sistema Windows, por isso aconselho-o aos quem transitem desde um sistema da Microsoft para Linux.

      Até hoje nenhum tipo de problema: muito estável (uma características dos sistemas Linux), bonito graficamente, reconhecimento imediato de todos os dispositivos (teclado, impressora, modem, etc.), rápido. E, como bónus, dá para utilizar programas de Windows (como uma aplicação chamada Wine que já vem integrada).

      Todos estes sistemas que utilizo têm um ponto em comum: utilizam programas pensados para o sistema Linux Debian. Acho isso importante na escolha dum sistema operativo porque os programas construídos sobre o Linux Debian são imensos (dezenas de milhares, todos open source gratuitos obviamente) e conseguem satisfazer qualquer exigência.

      Há outros sistemas Linux baseados em arquitecturas diferentes, mas são menos difundidos (na maior parte dos casos são sistema específicos para determinadas tarefas, como a forense por exemplo) e com um número de programas mais limitado.

      Também os produtores de softwares proprietários (não open-source) incluem sempre uma versão Linux tipo Debian das suas aplicações, o que sem dúvida é uma vantagem.

      Abraçoooooo!!!!

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    2. Não conhecia essa distro Zorin, mas parece bem interessante para quem está migrando do Windows. Irei testá-la.
      Hoje em dia costumo usar Mint (desktops: mate e cinnamom) e Fedora (desktops: gnome e mate). Mint é baseada no Ubuntu, portanto possui compatibilidade também com Debian. Obrigado pela resposta, foi bem detalhada.

      Saudações do Brasil!

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